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RESSONÂNCIA SCHUMANN

19 jan


Você já teve a impressão de que o dia passou rápido demais? Aliás, você acha que os anos estão “voando”?

Talvez isso não seja apenas achismo… Uma teoria explica bem o motivo dessa possível aceleração do tempo.

Trata-se da Ressonância Schumann.

Criado pelo alemão W.O. Schumann, em 1952, tal teoria defende que a Terra é cercada por um forte campo eletromagnético que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera (parte da atmosfera terrestre ionizada que provoca a radiação solar), cerca de 100km acima de nós. Esse campo possui uma ressonância (dai chamar-se ressonância Schumann), da ordem de 7,83 pulsações por segundo.

Esta ressonância funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Contudo, segundo a teoria, a partir dos anos 80, e de forma mais acentuada a partir dos anos 90, a freqüência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz . Ao invés de 24h, o dia teria 16h .

Em outras palavras, o coração da Terra acelerou.

RESSONÂNCIA SCHUMANN

Estamos vivenciando um momento único na Terra relativo ao que é conhecido como “Transição de Eras” ou “Transição Planetária. Um dos fatores observáveis onde constatamos atualmente e de forma evidente tal processo de transição é o que reconhece-se como RESSONÂNCIA SCHUMANN, um fenômeno eletromagnético que ocorre na atmosfera terrestre, detectado pela primeira vez em 1952 pelo físico alemão W. O. Schumann.
Ressonância é um fenômeno de natureza ondulatória envolvendo uma interação entre dois corpos oscilantes. Qualquer corpo, da mesma forma como conhecidas pela Ciência Hermética gerando som, cor e forma, também produz uma freqüência vibracional própria.
Tanto quanto as ondas de natureza mecânica, as ondas magnéticas e eletro magnéticas se comportam da mesma maneira. As alterações constantes das radiações resultantes da crescente atividade solar, se refletem em todo o sistema, incluindo a Terra.
Nosso planeta produz uma freqüência oscilatória a partir da alta ionosfera (última camada da atmosfera) ate a superfície da crosta. Esta freqüência corresponde a um pulsar planetário ou, como preferem alguns, o batimento do coração de Gaia – A Terra! A ionosfera, conforme o próprio nome indica, é formada por íons em alta densidade e concentração, átomos instáveis que cedem elétrons. Tantos elétrons livres na alta atmosfera promovem uma interação com os raios Cósmicos e as partículas carregadas do vento solar que, em alta atividade, sensibiliza por demais a ionosfera.
No âmbito da ciência, a Ressonância Schumann é um fenômeno de interesse quase exclusivo dos meteorologistas – ele permite monitorar indiretamente o nível global de incidência de descargas elétricas na atmosfera, pois grande parte delas ocorre em regiões isoladas ou inacessíveis. Muitos pesquisadores da NASA utilizam medidas da Ressonância Schumann rotineiramente para seus estudos da precipitação pluviométrica e do aquecimento global.
Como os relâmpagos estão associados às chuvas e tempestades e estas, por sua vez, à temperatura do nosso planeta, o aumento da intensidade das ondas estacionárias detectadas indica maior incidência de descargas elétricas e estas, de chuvas e tempestades. E, por fim, o aumento da incidência destas últimas indica o aumento da temperatura do planeta.
Assim, um acréscimo de cerca de 7% na incidência de descargas elétricas permite inferir que há um aquecimento global da ordem de 1 ºC. Esta porcentagem deve ser tomada com ressalvas, pois há uma discrepância muito grande nos valores encontrados por nós em diferentes pesquisas. A mesma variação de temperatura, 1 ºC, está relacionada a diferentes porcentagens de acréscimo na incidência de descargas elétricas, desde 5% até 40%.
Mais recentemente, nos últimos dez anos, a Ressonância Schumann tem interessado também aos biofísicos e neurocientistas. Uma razão para justificar esse interesse está na coincidência entre as faixas de freqüências de ondas cerebrais detectadas nos eletroencefalogramas (ondas teta, de 4 a 7 Hz; ondas alfa, de 8 a 13 Hz e ondas beta, de 14 a 30 Hz). Há várias pesquisas já realizadas e outras em curso buscando encontrar possíveis relações e conseqüências decorrentes da proximidade entre os valores das nossas freqüências cerebrais e das freqüências da Ressonância Schumann. Nenhuma delas permite inferências muito relevantes, todas as que encontramos estão ainda ao nível da especulação.
Todos os seres vivos são ressonantes com essa freqüência. Sendo isso verdade, nossa carga genética ao longo dos anos assimilou essas freqüências que mantem um eco com a Terra, sendo esta um ser vivo. Tal faixa de freqüência é mensurada em 7,83 hz. Atualmente observa-se um salto pata 11 hz entre 1952 e 1980 e de 13,1 hz de 1980 até hoje.
Como ainda não absorvemos esta freqüência em todos os níveis multidimensionais de existência, que está diretamente relacionado com postura mental e ativação cerebral oriunda da expansão de consciência (registrável pelo eletroencefalógrafos e as frequências cerebrais), da ativação da vida pelo amor e elevação do nível de consciência, auto-conhecimento e principalmente a auto-realização, cada um de nós, dependendo da vivencias nas características acima, vibra numa faixa diferenciada dentro dos 7,83 aos 13,1 hz.
Isto produz efeitos tais como mudanças e alterações emocionais, de humor, dores inexplicáveis, hipertensão arterial, cansaço sem motivo aparente e etc. O Planeta está mudando definitivamente sua faixa de freqüência para uma mais alta, mais sutil e acelerada, o que entra em ressonância com outras freqüência e realidades superiores, avançadas e sutis, enquanto nem todos acompanham ou acompanharão esta mudança de freqüência.
A maior parte dessas ondas eletromagnéticas tem freqüências que não se “encaixam” na cavidade ressonante terrestre e se dispersam rapidamente, por isso são chamadas de whistler waves (“ondas apito” em inglês); outras, ao contrário, “encaixam-se”, ou seja, entram em ressonância – é a esse fenômeno que se dá o nome de Ressonância Schumann, pois foi o físico W. O. Schumann quem o detectou pela primeira vez.
A idéia principal é a aceleração do tempo: a impressão que muitas pessoas têm de que o tempo atualmente passa mais depressa não é uma ilusão, é realidade. O dia não tem mais 24 horas, mas 16, pois o coração da Terra está acometido de uma taquicardia causada pelo aumento da freqüência da Ressonância Schumann. As próprias vivências relativas a carmas se sobrepõe de forma cada vez mais rápida e intensa.
Evidente que para o meio acadêmico tradicional, tais afirmações não passam de “estelionato científico” ou puro delírio, afirmando por conseguinte que tais oscilações, apesar de existirem, são completamente estáveis. Como lidamos com princípios que, no momento, são difíceis de serem aceitos e assimilados pelas “autoridades”, observamos o momento espiritual da Terra e desta humanidade daqui como algo realmente inédito pela proporção e que se faz sentir nas várias formas já descritas, especialmente na sensação de tempo. Como já afirmavam os antigos egípcios, chineses e maias, o tempo é um elemento cósmico vivo e não apenas um intervalo entre dois eventos, ou regido pela meidição de movimentos. O tempo é cíclico e atua dando no momento uma SENSAÇÃO QUADRIDIMENSIONAL diferenciada a cada um de nós, simplesmente pela interação de campo entre a Terra física tridimensional e sua contraparte quadridimensional, a fim de ativar outras realidades superiores, conforme o Plano Divino para este planeta, supervisionado pelas civilizações que nos colonizaram e pela execução do Plano pela Grande Fraternidade Branca Universal e pelas Hierarquias Angélicas.
Cabe a nós, como sempre, a escolha!
NAMASTE!
Samael da Estrela Polar
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