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INVASÕES ENERGÉTICAS

30 dez

As pessoas mantém um espaço que pode ser classificado como íntimo e pessoal.

Esse espaço é definido como a área ao redor do corpo que, normalmente, só permitimos que certas pessoas ultrapassem. Este espaço é uma área com limites invisíveis que cercam nosso corpo, é um território portátil que nos acompanha em todos os lugares, e um espaço com uma margem de segurança, e no momento que algo penetra este local, pode surgir uma reação de esquiva ou de enfrentamento.

Este espaço diz respeito às funções físicas, psíquicas, mentais, emocionais e espirituais de cada ser humano.
Quando essas áreas ao redor do corpo são ultrapassadas sem permissão, ocorre a invasão energética, e as pessoas geralmente reagem das mais diversas maneiras, indicando incômodo, como por exemplo: afastamento, desvio de olhar, tamborilar os dedos, cruzar os braços, mudar orientação do corpo, inclinação do corpo, afastar-se, cruzar as pernas e etc.

Nota-se que é muito comum, quando uma pessoa se sente invadida ter uma mudança corporal.
A invasão do espaço pessoal e suas consequências refletem grande complexidade nas relações humanas, pois o espaço do indivíduo vai muito além do que enxergamos, uma vez que além do corpo humano e de uma distância física, normal entre os indivíduos, há uma “capa invisível” que o reveste e varia de pessoa para pessoa, sendo carregada de conteúdos emocionais e interpretado pelas pessoas como seu, assim o mesmo o espaço físico entre as pessoas mantém uma margem de segurança necessária.

Veja 3 comportamentos que levam uma pessoa a invadir energeticamente, a outra:

1) Imaturidade afetiva: quando o adulto apresenta dificuldade de dar, oferecer e nutrir o outro de afeto, apresentando comportamentos de dependência ou insegurança.

2) Egocentrismo: o adulto está centrado em si mesmo, aquele indivíduo que perde contato com o que o rodeio e cria necessidade de ‘roubar’ energia dos outros para conseguir sobreviver por estar centrado em si mesmo com dificuldades de receber e estabelecer trocas.

3) Competição: o adulto que apresenta necessidade de sobrepujar a todos e precisa de mais energia do que consegue captar das fontes de energia naturais e detecta ser mais prático retirar energia de outros seres humanos.

A invasão ocorre no estabelecimento de cordões de energia: de um lado aquele que adentra o espaço pessoal do outro, e por outro o que permite que o invasor entre em seu espaço: estabelece-se uma relação de dependência e consentimento.
A invasão ocorre quando o invasor tem a intenção de tirar a vitalidade do outro e a única forma para isso ocorrer é fazer com que o outro saia do seu eixo, perdendo o equilíbrio mental e emocional, debilitando o sistema de defesa do corpo sutil.

Veja alguns comportamentos típicos de quem está pronto a lhe invadir – consciente ou inconscientemente:

1) Sabe aquele tipo galanteador, cheio de mesuras, o tipo ‘puxa-saco’ que alimenta o ego e cobre o outro de lisonjas e falsos elogios? Aduladores vivem energeticamente às custas de quem os escuta.

2) Sabe o tipo cobrador, que quando se dirige às pessoas é para cobrar alguma coisa? Que após algum tempo que não te vê, em vez de perguntar ‘Como vai? Está tudo bem com você?’ ele diz ‘Onde você anda? Sumiu!’? Caso você aceite esta cobrança, tenderá a sentir-se culpado por não ter lhe dado muita atenção, atenção essa que ele se acha merecedor. Poderá ser a sua perdição e logo ele estará ‘mamando na sua energia vital’. Cabe à você tomar uma atitude, como, por exemplo, dizer: ‘Esperei você dar o ar da graça!’, desta forma você bloqueará o impulso invasivo do outro.

3) Sabe o tipo ‘coitadinho’: pessoas que gostam de despertar um sentimento de dó, ou de pena e relata seus sintomas e suas dores? Ao acabar ele provavelmente estará ótimo e você, sua vítima, um trapo.

4) Sabe aquele tipo que faz uma pergunta após outra, sem nenhum tipo de interesse genuíno pelas respostas? Diante de tantos questionamentos, a pessoa sai de seu equilíbrio, pois tantas perguntas atrapalham o fluxo mental, criando-se assim, um campo propício à invasão!

Nesta altura você estará se perguntando como fazer para se livrar deste e de outros tantos tipos de invasões? Pois bem! Só se invade uma casa quando a porta está aberta. O melhor caminho é se perguntar “o que me faz permitir este tipo de comportamento, sem delinear meus limites do que eu quero e do que eu não quero?”.

Saiba que existe a possibilidade de você receber e acolher este tipo de relacionamento pelas questões acima descritas: imaturidade emocional, egocentrismo ou competição.
A invasão energética é uma via de duas mãos: vai e volta, é o estabelecimento de fluxo e refluxo. É uma relação de dependência e consentimento! Observe seus encontros, principalmente os que podem lhe causar incômodos! 

POR: RENATA MOREIRA – SITE RENASCIMENTO

 
“Se o amor é a resposta, pode repetir a pergunta?”


 
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