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Akenathon e a Sabedoria Egípcia

18 ago

 

 AKHENATON

Imagine um Faraó andando tranquilamente em bairros pobres. Imaginem os alto sacerdotes do Egito abrindo as portas do Templo e revelando os mais profundos mistérios e conhecimentos científicos, desde saúde corporal a psicológica. Imagine obras de saneamento básico, distribuição de renda, melhoramentos em todas as áreas para toda a população. Imagine o fim do politeísmo e o estabelecimento de um monoteísmo ao Deus do Sol. Pois isto e muito mais foi o que aconteceu no Egito por volta de 1364 antes de Cristo, por obra de um dos mais fantásticos Faraós: Akhenaton ou Amenófis IV.

Ele retirou das elites os conhecimentos psicológicos e terapêuticos e promoveu sua difusão pelas castas inferiores, condenadas a pobreza num sistema social rígido sem qualquer consideração pelo Ser Humano. E uma das coisas mais importantes foi a popularização da KABASH, o conjunto de conhecimentos psicológicos do Egito Antigo, que inclui uma particular técnica de meditação e que vai influenciar o surgimento da Qabalah judaica.

É extremamente parecida com a prática da Cabalah segundo a qual a concentração total ou repetição mântrica de determinadas letras do Alfabeto hebraico conduz ao desenvolvimento espiritual e libertação dos sofrimentos.

Os textos contendo a prática da Cabalah são os mais antigos textos sobre meditação encontrados. Diferente da Yoga, a Kabash leva apenas alguns minutos e requer uma intensa concentração mental, além de ter um objetivo específico.

 

OLHO DE HÓRUS

 Para os antigos egípcios, o desenvolvimento espiritual estava ligado diretamente ao Olho de Hórus. Hórus é a divindade egípcia que equivale ao Cristo no cristianismo. O Olho que Tudo Vê representa a Onipotência de Deus, a Sabedoria Divina, que deve orientar, guiar os passos na Senda da Iniciação, de toda a Obra Alquímica. São os Olhos do Espírito desperto da ilusão do mundo, liberto dos pensamentos mundanos e desejos. Está ligado à Glândula Pineal, a parte da cabeça humana responsável pela acumulação de “energia” positiva.

 

HÓRUS, O CRISTO DOS ANTIGOS EGÍPCIOS

 KABASH – A SABEDORIA DO ANTIGO EGITO

 Transforma a tua mente em um instrumento de força positiva para a vida

 O Kabash nasceu no Antigo Egito com o grande e sábio médico Ptah Otep (XII Dinastia) e alcançou seu máximo esplendor na XVIII Dinastia sob o reinado de Akenaton e Nefertiti.

 Esta Sabedoria regata grande parte do conhecimento dos grandes hierofantes sobre o ser humano em todos os planos, sua relação com os astros, o encontro com sua alma e seu destino.

 Ensina a cura por meio da aura, da integração com a natureza, como fonte de equilíbrio, e o desenvolvimento do espírito como um caminho de evolução para a alma.

 É um conhecimento amplo e profundo que pretende o aperfeiçoamento do ser humano ao longo de um processo de desenvolvimento pessoal.

A palavra Kabash se traduz como “receber a luz”, da raiz Kaba, que no antigo idioma egípcio significava “receber” e “Esh ou Ash” que significa “fogo, luz”.

 É a mãe da Kabalah, desenvolvida posteriormente pelo povo judeu, após a saída do Egito.

 O kabash é mística, não é religião. Eleva o espírito e melhora a comunicação com o criador através da criação.

 O homem religioso fala com Deus quando reza e com sua fé pede ajuda. O místico trata de sentir a mensagem divina do Criador e com sua fé se transforma em servidor.

 O Kabash é uma Sabedoria de Vida que nos permite o encontro conosco mesmo e o desenvolvimento de nossa força interior para podermos alcançar nossas metas.

 O Kabash nos ensina a viver em harmonia com o universo. Através de sua meditação (Dabraká) podemos desenvolver energias positivas e controlar as forças negativas que nos influenciam.

No Kabash podemos buscar orientação para quaisquer problemas que estejamos vivendo, seja no plano profissional, emocional, afetivo ou espiritual. Sempre encontraremos  uma luz, uma mensagem e uma meditação, que nos guiará para uma solução.

 A Sabedoria do Kabash chegou até nossos dias por Maestro Rolland, Manuel Berniger Litman, uruguaio, nascido em Montevideo, que vem difundindo essa grande Sabedoria por meio de Centros de Estudos e Práticas Místicas em diversas partes do mundo.

 No Brasil fundou o Centro Nefrú em São Paulo e agora, em Brasília o Centro Kabash Shu Ra.

 

tirado de http://www.terceiromilenionline.com.br/artigos/kabash-%E2%80%93-a-sabedoria-do-antigo-egito

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 Medite como os faraós

Milhares de anos nos separam dos antigos egípcios, mas, ainda assim, temos interesses em comum. Um bom exemplo é a busca daquele povo por mais equilíbrio e bem-estar. Sim, eles praticavam meditação e nós lhe mostramos como. Confira!
 
Texto • Thiago Perin

Controle das emoções, saúde em dia, equilíbrio interno, relaxamento total… Você acha que a busca por esses fatores é uma característica moderna, conseqüência dos tempos atribulados em que vivemos hoje? Pois se engana. Se voltássemos quatro mil anos no tempo e aterrisássemos no Egito Antigo, descobriríamos um povo tão preocupado com a qualidade de vida quanto somos atualmente, possuidor de uma imensa sabedoria holística que lhes garantia o equilíbrio e a capacidade de prosperar a níveis estratosféricos.

 A boa notícia é que esse poderoso conhecimento ainda hoje pode ser bastante eficiente para quem procura saúde e paz de espírito. O kabash, nome dado à sabedoria mantida pelos altos sacerdotes egípcios (que eram, além de grandes sábios, conselheiros dos faraós), reúne um profundo conhecimento sobre o homem e sua relação com o universo, em todos os planos. A partir disso, ensina como canalizar nossa força interior para atingir um estado de superação, incinerando a ansiedade, medos, inseguranças e todo tipo de bloqueio emocional que nos impede de viver com plenitude.

 Na prática, essa sabedoria é aplicada por meio do Dabraká, que consiste na mentalização de combinações de letras que não possuem significado semântico, e sim valor energético. Quando nos concentramos nelas, somos capazes de ordenar nossa aura, liberar o excesso de cargas negativas que acumulamos e também canalizar energias positivas do universo e da natureza. Além, é claro, de darmos um bom mergulho dentro de nós mesmos, potencializando o autoconhecimento.

 O apogeu desse conhecimento aconteceu há cerca de 3500 anos, durante o reinado do faraó Akhenaton (século 14 a.C.), que implantou no Egito o culto monoteísta ao deus do Sol. Para atrair o povo à nova forma de devoção – contrária ao sistema politeísta, que vigorava até então –, o rei abriu as portas dos templos, e parte do conhecimento dos sacerdotes se popularizou, incluindo noções de nutrição, higiene e, é claro, equilíbrio de energia.

 Ao longo dos séculos, no entanto, essa sabedoria, assim como boa parte da cultura egípcia, foi se perdendo, ficando restrita a alguns poucos grupos. Por isso, ainda hoje são raros os especialistas no assunto. O principal deles é o uruguaio Manuel Berniger Litman – mais conhecido como mestre Rolland –, autor de quatro livros sobre a meditação do Egito e fundador do Instituto Nefru, presente no Uruguai, na Argentina e no Brasil.

 Com o objetivo de preservar e propagar esse conhecimento, os discípulos de Rolland transmitem os fundamentos do Kabash e do Dabraká de forma praticamente exclusiva – no Brasil, são os únicos capacitados, o que mostra como a prática tornou-se restrita com o tempo.

 http://www.triada.com.br/bem-estar-e-saude/meditacao/aq169-182-531-1-medite-como-os-faraos.html

 

*** DA KABALA AO KABASH – MEDITAÇÃO ***

 

“KABASH”

DA KABALA AO KABASH

 

A MEDITAÇÃO DOS SÁBIOS EGÍPCIOS

 KABALAH – Luz e Conhecimento

Originária do Termo “Kibel” ou “Galgar”, Kabalah significa o Caminho para “receber” o conhecimento que impulsiona o Caminho Interior – do espírito, que leva o Homem a entender sua Herança Cósmica.

Para muitos pesquisadores, a palavra teria ligação com a palavra egípcia ” KABASH”, que vem de KA – espírito, e BA – alma; mostrando o que o Homem É na verdade. Sabe-se que a Kabalah Hebraica é herdeira de um conhecimento mais antigo – daí vem a expressão sobre ela: “Conhecimento e Estudo dos anjos”. Para pessoas como Steinberg, Lewyson, Rupprert e outros, ela tem raízes da Índia, Egito, Caldéia, sendo, com toda certeza, originária, em sua essência, da Atlântida.

 Do conhecimento médico e filosófico dos sacerdotes do antigo Egito, o Kabash, chegam práticas para você ganhar mais disposição e equilíbrio.

 Fortalecer a auto-estima, alcançar a paz interior, prevenir e tratar problemas de saúde. Essas questões tão atuais já preocupavam os sacerdotes médicos do antigo Egito há 3,8 mil anos. Eles dispunham na época de um vasto conhecimento sobre saúde e espiritualidade, que reuniram na filosofia do Kabash, por meio da qual não apenas procuravam explicar a existência do homem na Terra mas também promover o equilíbrio físico e emocional. Os Sacerdotes consideravam o homem de um ponto de vista holístico – associando corpo, mente e espírito – e faziam também sua relação com os astros e a natureza. Desde aquela época, por exemplo, entendiam que o segredo para manter a saúde e a juventude era manter os níveis hormonais por meio da meditação e da alimentação saudável.

O apogeu desse conhecimento aconteceu há 3 550 anos, no reinado do faraó Amenófis IV (1364-1347 a.C.), quando uma revolução social e religiosa implantou no Egito o monoteísmo – o culto a um deus único. “Para conquistar o povo à devoção de Aton, o rei abriu as portas dos templos, e parte do conhecimento dos sacerdotes se popularizou, incluindo noções de nutrição, higiene e equilíbrio de energia”.

Canalizar a força mental

 Os ensinamentos dos sacerdotes egípcios foram se perdendo ao longo dos séculos e permaneceram apenas em pequenos grupos. Um dos principais responsáveis por seu resgate é o uruguaio Manuel Berniger Litman (mais conhecido como mestre Rolland), que estuda o assunto há três décadas. Hoje, essa filosofia é ensinada em três institutos: além do localizado em São Paulo, há um em Montevidéu, no Uruguai, e outro em Buenos Aires, na Argentina. Entre as práticas dessa sabedoria, a mais importante era uma meditação chamada dabraká. “São combinações de letras nas quais a pessoa se concentra para canalizar a força mental e espiritual a fim de gerar vitalidade para as necessidades do dia-a-dia”.

Essa meditação demora apenas alguns minutos e obedece aos ciclos da natureza. As técnicas voltadas à saúde física são feitas pela manhã, porque aproveitam a energia vital do Sol, enquanto as focadas no equilíbrio emocional funcionam melhor à noite, quando a Lua exerce influência sobre as emoções.

 “Bastam cinco minutos diários dessa meditação para levar a um profundo contato interior, capaz de trazer benefícios para todas as áreas da vida”.

 Kabash – Definição

A tradução da palavra KABASH é “A ciência das estrelas”. No antigo Egito o KABASH era utilizada pelos sarcedotes chamados Hierofantes, os grandes magos da época. É a grande sabedoria mística do Antigo Egito.

 Dentro do estudo da KABASH aprende-se que devemos curar o corpo através do espírito, lutando-se contra aquilo que nos faz adoecer, como nossos medos e inseguranças.

 O KABASH compreende o conhecimento a respeito do ser humano e sua relação com os astros e a natureza. Um saber profundo sobre a integração energética do homem com o universo.

As meditações do kabash, chamadas de drabaká, apaziguam a mente e aliviam a ansiedade. Os especialistas recomendam a prática diária em um lugar tranqüilo.

Dabraká

 Conhecida como a “Prática da Kabash”, DABRAKÁ (o mesmo que um Mantra) quer dizer a Linguagem da Alma. O diálogo entre a nossa mente com o nosso espírito. Meditando e praticando os DABRAKÁS, possibilitaremos alcançar um estado de profunda interiorização e acabamos por nos conhecer melhor.

 A prática do Dabraká estimula a glândula pineal localizada no cérebro, nosso grande centro organizador e principal responsável pelo contato com o “plano espiritual”. Seu desenvolvimento é fundamental, já que é o centro do equilíbrio do campo bioenergético humano.

A meditação, segundo a tradição d Ajudao Kabash, não é uma simples concentração mental, meditar com o Dabraká é uma prática mística de grande profundidade, através da qual nos conectamos com a essência transcendente do ser: a alma. Mestre Rolland ensina que para alcançar nossas metas devemos meditar com emoção, com fé e com uma grande integração. Não vamos compreender o Dabraká através da razão, mas vamos sentir seus efeitos.

 Desenvolvendo dia-a-dia o nosso plano espiritual e praticando essa união entre mente e espírito para que se transforme em um importante instrumento a favor da vida, estaremos mais positivos, equilibrados e usufruindo de mais energia vital. Dentro de cada um de nós há uma força maravilhosa que espera ser descoberta e desenvolvida.

 Antes de usar um Dabraká é preciso ter em mente que o mesmo não poderá ser usado levianamente, sob o risco de acabar atraindo energias densas. Também aconselha-se a lavar as mãos antes dos exercícios. Deve ser praticado uma vez por dia, de preferência ao deitar-se e por um período máximo de 10 minutos. O dabraká pode ser repetido mentalmente no chacra frontal ou mesmo falado. Lembrar que, como todo Dabraká, o mesmo não deverá ser praticado levianamente.

  *Alguns Dabraká para praticar*

 – Ja Ha Nut Ané

Este dabraká deve ser utilizado para conseguir o autocontrole, principalmente quando se está ficando irritado com facilidade.

A pronúncia correta é “JA RÁ NUTI ANÊ”.

A postura indicada na prática desse Dabraká é de joelhos. Pode-se acender uma vela, ou podendo apenas imaginar uma luz na sua frente e próxima a você.

 

– Tzair Abú

Este dabraká deve ser utilizado para limpar o corpo de energias densas, dar clareza a tua mente e equilibrar as emoções.

A pronúncia correta é “TIZAIR ABÚ”.

Depois que tomar banho e antes de sair do chuveiro, enquanto concentra o Tzair Abú, permanecer alguns minutos deixando cair água sobre tua cabeça. Depois inclina um pouco o corpo e deixa a água cair sobre tuas costas, na região próxima aos rins.

 – Shu Maat

Este dabraká deve ser utilizado para harmonizar o indivíduo.

A pronúncia correta é “SHU MA ATI”.

A postura indicada na prática desse Dabraká é sentado. Não é necessário acender uma vela, podendo apenas imaginar uma luz na sua frente e próxima a você.

– Zi Emej

Este dabraká é indicado para quem estar com dor na coluna ou de cabeça.

A pronúncia correta é “ZI EMEJE”.

Este Dabraká deve ser utilizado para transmitirmos energia e auxiliarmos na cura do próximo. Caso o problema seja na coluna, coloque a mão direita na dor e a esquerda levantada. Mentalizar na mão direita o ZI e na mão esquerda o EMEJ.

– Shir Rei

Este dabraká é indicado para dar ânimo a alguém.

A pronúncia correta é “SHIR REI”.

A postura indicada é de pé, vibrando o SHIR na mão direita e o REI na esquerda. Também é indicado para “descarregar” um médium depois de uma comunicação “pesada”.

– Sha Bar Atzi

Este dabraká é indicado para dar paz nos sonhos, melhorando a qualidade dos mesmos e combatendo a insônia.

A pronúncia correta é “SHAR BAR ATIZÍ”.

Quando teus filhos dormirem, entra no quarto e aponta teus dedos indicador e maior da mão direita em sua testa. Concentra no Sha Bar Atzi e pense: “Siga sonhando filho. Que teus sonhos sejam harmoniosos e te levem a um futuro de felicidade”. Também pode ser aplicado a qualquer pessoa que se tenha algum sentimento.

– Mishalá

Indicada para situações difíceis e frustrações. Deve ser feita antes de dormir, para que o estímulo de paz continue ativo durante o sono e no nível inconsciente — na qual costumamos cristalizar os sentimentos mal resolvidos.

Sente-se no chão e, se preferir, acenda uma vela (símbolo da espiritualidade). Mentalize a palavra mishalá (que quer dizer “elaborar as situações destrutivas”) por três minutos, repetindo sucessivamente: mishalá, esquecimento; Mishalá, paz; mishalá, bálsamo para minhas feridas.

 – Mu shet

Esse dabraká é útil para combater o estresse.

Pode ser feito três vezes ao dia: ao acordar, antes do almoço (o estresse chega a prejudicar a assimilação dos nutrientes) e à noite, antes de dormir. Em pé, virado para o leste – a direção onde o Sol nasce –, feche os olhos, cruze os braços na altura do peito (com o braço esquerdo sobre o direito) e mentalize as palavras mu shet (que quer dizer aliviar tensões) durante três minutos.

 http://khatyaozzetti.blogspot.com.br/2008/04/da-kabala-ao-kabash-meditao.html

TERAPIAS DO ANTIGO EGITO

 Durante muito tempo, estive no Egito buscando respostas a tantas perguntas que surgiram em uma época da minha vida. Estudei, investiguei e tratei de decifrar os escritos antigos, não apenas o significado literal dos textos mas o seu sentido real, em toda sua profundidade. Me apaixonei por essa cultura, por essa civilização tão rica em sabedoria, em fé, em mística…
Minha maior felicidade foi quando encontrei nesses escritos certas palavras que não tinham um significado e, portanto, não podiam ser traduzidas. Mas aí, encontrava-se a grande essência de uma sabedoria tão antiga. Essas combinações de hieróglifos pertencentes à escritura hierática (sagrada e secreta), são a base do Kabash, um saber profundo a respeito da integração energética do Homem ao Cosmo. Um conhecimento imenso do ser humano e do Universo ao qual pertence.
Porém, o que realmente me levou a transformar todo esse saber em uma missão de vida, foi sentir o poder e a grandeza do ser humano ao entrar em contato com os elevados sacerdotes que praticavam o Kabash, a base de suas terapias empregadas em suas curas maravilhosas.
Ainda nos dias de hoje, poderiam ser qualificados como “magos” pelo que conseguiam fazer com sua força, sua sensibilidade e sua sabedoria. Mas essa magia também nascia de seu coração, de seus sentimentos, do amor e do verdadeiro respeito que sentiam pela humanidade e por toda a Criação.
Tornei-me um grande admirador daqueles sábios do passado. Busquei aprender cada vez mais sobre suas terapias baseadas na aplicação dessas “palavras sagradas”. Sem dúvida, sua mística e total entrega ao sacerdócio, ao sentimento de servir, eram princípios fundamentais de seu poder de ajuda.
Não havia férias, eles nunca “descansavam” de seus pacientes. Suas vidas eram definidas pela vocação e pela missão de cada um. Nunca abandonavam, sequer por um dia, a função de servir. A moral com que aplicavam seus conhecimentos era extremamente rígidas, desde uma perspectiva atual.
A fé daqueles que procuravam a ajuda dos templos era mais um fator importante para o êxito das terapias. As pessoas colocavam-se nas mãos desses sacerdotes médicos, sabendo que seriam cuidadas por mãos puras e por corações elevados que praticavam uma magia que, seguramente, era entendida como uma dádiva dos deuses que os apoiavam.
Muitas terapias atuais encontram suas raízes em práticas antigas. Por exemplo, já existia no Antigo Egito a orientação para que a pessoa pusesse uma cadeira vazia e imaginasse, sentado nela, alguém com que quisesse falar algo importante mas, por várias razões, não conseguisse. Indicada para casos onde havia dificuldade na comunicação, quando existiam bloqueios ou quando era necessário esclarecer uma situação de injustiça, mas faltava coragem para falar diretamente. Muitas vezes, é difícil falar com nosso pai, esposa ou marido e explicarmos como nos sentimos, queremos expressar nosso sofrimento, nosso desgosto, fazer reivindicações mas no momento em que estamos diante da pessoa, nos inibimos e ficamos mudos.
Antigamente, o sacerdote ensinava fazer essa prática unida a um Dabraká. Assim, não seria apenas uma forma de desabafar mas também, possivelmente, uma forma de estabelecer uma comunicação em um nível mais espiritual: entrar em contato com a aura da pessoa e, assim, fazê-la compreender intuitivamente, o que gostaríamos de transmitir. Esse tipo de terapia também era feito em grupo. Com o sacerdote presente, todos sentavam-se no chão e um obelisco talhado em pedra negra era colocado no centro. Esse obelisco representava para cada um dos participantes a pessoa com quem queriam comunicar-se, seja para pedir-lhe perdão ou para dizer-lhe quanto sofrimento ela havia causado.
Outra forma de ajuda que empregavam para problemas emocionais, afetivos ou espirituais era o que poderíamos chamar de “Terapia do Silêncio”. A pessoa sentava-se frente ao sacerdote e permanecia calada durante um tempo, enquanto esse “médico da Alma” a olhava fixamente nos olhos com um Dabraká em sua mente, transmitindo-lhe uma maravilhosa energia para ajudá-la a encontrar-se consigo mesma, para encontrar a causa e a verdade da situação que estava vivendo. Também, ao longo de algumas sessões, encontrava as respostas que necessitava e uma luz que iluminava o seu caminho em direção à superação de seus problemas. Muitas vezes, depois desse momento de silêncio, a pessoa dizia ao sacerdote que havia compreendido o que lhe estava passando e que sentia claramente que decisão tomar.
A resposta não era dada pelo sacerdote, mas vinha de uma mensagem transcendente, talvez de um ser espiritual que o acompanhava em suas ajudas.
A capacidade desses sábios para compreender a psique humana e para tocar tão profundamente a alma sempre me espantou, assim como seu conhecimento sobre energia. Desenvolviam sua sensibilidade, através da aura do ser humano, podiam ver e interpretar possíveis problemas. Na aura, detectavam sinais de alerta que indicavam o eminente despertar de um doença que ainda não havia demonstrado nenhum de seus sintomas. Assim, mediante um diagnóstico que, hoje em dia, chamaríamos de precoce, utilizavam suas terapias para solucionar a carência energética que estava gerando problema.
A aplicação dos chamados “Discos Solares” foi uma das terapias da época e seu auge deu-se no reinado do Faraó Akenatón (Disnatia XIII), durante a revolução monoteista.
Nesse momento particular da história, tratou-se de impor a crença em um Deus único, representado pela figura do disco solar. As gravuras da época, mostram um sol com raios que terminam em forma de mãos, simbolizando a essência da força de vida que o astro oferecia a cada ser sobre a face da Terra. Esses raios também eram símbolo das diversas energias relacionadas ao sol e presentes na aura humana.
Assim, quando uma pessoa apresentava sintomas de uma doença, diziam que “- A força de um dos raios de Rá, não está chegando”. Então, era necessário dar à pessoa essa energia que lhe faltava, o que os sacerdotes faziam com os Discos Solares, pequenos discos de metal aplicados em diferentes centros energéticos, representados nos mapas da aura nos quais baseavam suas terapias.
Como estas, conheci muitas outras formas de ajudar, todas nascidas da chamada “Sabedoria das Estrelas”, pois, segundo a crença da época, havia sido ensinada por “deuses vindos de outros mundos”. A teoria que considera a presença de extraterrestres que foram recebidos como deuses no Antigo Egito é aceita por muitos atualmente. A hipótese da origem extraterrestre das Pirâmides ganha cada vez mais força no meio da investigação científica.
No entanto, o mais importante é não perder de vista que aquelas “palavras sagradas” eram a base de todas essas antigas terapias, assim como do desenvolvimento místico e do crescimento espiritual. Essas “chaves energéticas” conhecidas como Dabraká, que dão ao ser humano a possibilidade de superar-se e de obter a ajuda que necessita. Os Dabraká, a essência de suas combinações, são a alma do Kabash. O mais incrível, é que são uma forma de ajuda que, depois de milhares de anos, continua mantendo eficiência. Além disso, muitos dos conhecimentos que integram o Kabash ainda não foram descobertos pela ciência. Por isso, mesmo tendo suas origens em um passado longínquo, é uma sabedoria tanto para o presente como para o futuro.
Eu sei que o Dabraká é uma prática de futuro e, através da concentração em suas combinações de letras, as palavras sagradas do Antigo Egito, o ser humano pode desenvolver plenamente suas capacidades, sanar suas carências energéticas e alcançar uma vida com mais saúde e harmonia. Uma vida em que possa sentir-se mais feliz e realizado. O Dabraká é um alimento para o espírito, para elevar-se e crescer…
Maestro Rolland – Revista Meditação – Março/2003

O Kabash é a grande sabedoria mística dos Sacerdotes Hierofantes do Antigo Egito.
O momento de fundamental importância na organização dessa sabedoria milenar foi a fundação da Escola de Medicina de Ptah Otep ( Dinastia XII ), há aproximadamente 3800 anos.
A medicina era praticada por sacerdotes e era concebida como a Arte de Curar, buscava também a prevenção das doenças e melhorar a vida do ser humano como um todo; Ptah Otep já dizia: “é preciso curar a Alma para curar o corpo”, dando uma grande importância ao plano psicológico como essência das enfermidades humanas.
O apogeu destes ensinamentos ocorreu durante a Dinastia XVIII , cerca de 3550 anos atrás, quando os Templos, as grandes Casas da Vida – que podem ser entendidas como as universidades da época – abriam suas portas para ajudar e ensinar à população a viver melhor, aprendendo a utilizar a imensa força da Mente unida ao Espírito, através da prática da meditação, chamada Dabraká, segundo essa tradição.

Entendia-se que assim como o Poder da Mente, às vezes, leva à destruição, à doença, também pode provocar o efeito contrário, levando o indivíduo a construir uma vida harmoniosa em todos os planos; sendo o Dabraká (combinações de letras especiais nas quais nos concentramos mentalmente) o instrumento dessa transformação, que unido à mística, ao chamado do nosso coração, do nosso desejo, da nossa Fé, desperta em nossa aura toda essa Força Interior, canalizada para concretizar os objetivos.

No silêncio da sala, com a luz de uma vela, a magia se faz. As palavras repetidas formam um cântico de paz, de harmonia. É um canto das Alma, vindo das profundezas do ser, trazendo consigo uma energia não se sabe muito bem de onde. E, no momento da mais íntima concentração, o encontro se dá.
Essência e Ser voltam a se tornar unos, indissolúveis. Assim é o Dabraká: uma mística que proporciona um mergulho em si mesmo, o pulsar de uma força desconhecida e a sensação de estar conectado com o mundo e com os semelhantes. Uma experiência que não pode ser contada, difícil de ser explicada. Ela se vive, e é tudo. Originária do Antigo Egito, essa prática vem sendo difundida pelo estudioso Rolland. Dentro dessa tradição milenar dos Sacerdotes do Antigo Egito, a pessoa concentrava-se mentalmente, sem emitir som, durante 3 a 5 minutos, em combinações de letras, denominadas Dabrakás, criando e canalizando energia que é direcionada para finalidades específicas: seja o alívio da tensão física o emocional, a melhora da auto-estima, o sucesso profissional ou a harmonia na convivência familiar.
“A sabedoria das estrelas”. Assim era conhecido o Kabash que, segundo os egípcios, provinha desses mundos distantes e muito mais avançados de seus deuses. E esse conjunto de ensinamentos abarcava o conhecimento sobre o homem em todos os aspectos, principalmente o encontro com sua alma. Pregava uma forma de vida em harmonia com a natureza, conseguida através de práticas energéticas e místicas, os Dabrakás. Essa harmonia criava as condições ideais para que os planos se realizassem.
Existe uma lenda egípcia muito antiga, segundo a qual uma pirâmide totalmente iluminada, brilhando como um pequeno sol, certo dia desceu do céu. Dela saíram dez seres, em forma de “homens-escaravelhos” que ensinaram ao povo do Egito dez ciências diferentes, dez sabedorias e dez princípios morais. Eram seres que não tinham defeitos e pertenciam a um planeta muito mais avançado do que a Terra, tanto em conhecimento científico como em espiritualidade. Quando se foram , os egípcios passaram a considerar o escaravelho como um símbolo sagrado e começaram a construir pirâmides em honra desses “deuses visitantes”.
Para se entender as origens do Kabash e dos Dabrakás ou mesmo o significado desses ensinamentos, é preciso entrar em contato com histórias como essa, quando as civilizações apenas engatinhavam e os egípcios apareciam como os grandes detentores da sabedoria, um dos poucos povos capazes de explicar o mundo e as pessoas. Um tempo em que a prática da alta mística era cotidiana e influenciadora de todas as áreas do conhecimento, fosse psicologia, engenharia ou medicina.

E é justamente essa preocupação com a essência humana, – que – passados mais de três mil anos – tornam o Kabash atual. Porque se o homem moderno não tem mais tempo para parar, se não pode mais dormir olhando as estrelas ou banhar-se no rio, ele também não pode parar de sonhar. Porque, ainda hoje, quem tem sonhos vive. Porque os sonhos ainda são motivações da vida e são importantes como a comida que se come ou a água que se bebe. E porque, às vezes sozinho é difícil Ter forças suficientes para concretizá-los.

A Sabedoria e a Alta Mística dos Sacerdotes do Antigo Egito está ao seu alcance: O Instituto Nefru dedica-se, através de palestras e publicações, á divulgação e prática dos conhecimentos transmitidos por Rolland: O Kabash e sua prática mística, o Dabraká.

 

 http://viajorastral.tripod.com/txts/kabash-dabrakas.htm

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Uma resposta para “Akenathon e a Sabedoria Egípcia

  1. vileite

    23/08/2016 at 17:52

    Adorei o post ! Amo a história do Egito e outras civilizações antigas.!

     

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