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Arquivo do autor:Templo Dos Anjos da Ordem de Shidha

ANTAKARANA

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A CONSTRUÇÃO DO ANTAKARANA

MANUAL COMPLETO DE ASCENSÃO

DR. JOSHUA DAVID STONE

A construção do Antakarana, ou ponte do arco-íris, é um assunto absolutamente fascinante. Chegará o dia em que a ciência do Antakarana será ensinada em todas as escolas e salas de aula do mundo.
Ela é a verdadeira ciência da mente, pois utiliza a substância mental para construir uma ponte entre a personalidade e a alma e, à medida que o ser evolui, entre a alma (Eu Superior, Cristo, Filho de Deus Pai e da Mãe Terra que veio a este planeta com o objetivo de revelar na natureza de Deus que é amor), a Tríade Espiritual e a Mônada (Presença Eu Sou).
A tríade espiritual é o veículo por meio do qual a Mônada trabalha, do mesmo modo que a alma, na Terra, trabalha através da personalidade. A Mônada trabalha através do tríplice veículo composto pela vontade espiritual, pela intuição e pela mente superior.

O Antakarana é o fio, e mais tarde o cordão que o discípulo cria pela meditação e compreensão, pelas práticas espirituais e pelo trabalho espiritual específico e dirigido. Nesse processo, o discípulo recebe ajuda da alma e, mais tarde, da Mônada; mas a primeira parte do trabalho tem que ser feita por ele.
A Mônada já tem um fio ou cordão de energia que se estende dela mesma até o chacra do coração do discípulo na Terra. Esse cordão de energia é chamado de Sutratama, fio da vida, ou cordão de prata. A alma tem um fio ou cordão, chamado de cordão da consciência, que se estende dela mesma até a glândula pineal do discípulo. O conhecimento usa o cordão da consciência. A energia da sabedoria usa o Antakarana, quando ele está construído.
O Antakarana é como um filamento de luz espiritual, construído do mesmo modo como a aranha tece sua teia. Esse fio é tecido pelo próprio discípulo, vida após vida, e ele só pode ser energizado por aquilo que contém vibração espiritual. O cordão da consciência tem as qualidades mentais da alma. O Antakarana é construído unicamente com as qualidades mentais e espirituais da alma.

O Sutratama e o cordão da consciência vem sendo construídos desde que o homem chegou ao mundo material. O Antakarana se desenvolve muito lentamente, porque a pessoa precisa trilhar o caminho da experiência para que esse trabalho se inicie realmente.

Tanto o Sutratama quanto o cordão da consciência trabalham de cima para baixo. O Antakarana, ao contrário, de baixo para cima.

Nos estágios finais da construção desse cordão, na quinta iniciação e ascensão, esses três cordões se fundem, se integram e se dissolvem um no outro, exatamente como a personalidade, a alma e, mais tarde, a Mônada se fundem.

É pela criação do Antakarana que todo esse processo se realiza.

Criar o Antakarana é como estender um cabo ou construir uma ponte entre três países, a personalidade, a alma e a Mônada.

A construção dessa ponte se faz em três etapas.

* Na primeira etapa, temos a integração da personalidade com os quatro corpos.

* Na segunda etapa é construída a ponte desde a personalidade integrada e os quatro corpos até a alma.

* Na terceira etapa é feita a construção da ponte desde a alma até a tríade espiritual e a Mônada.

A construção do Antakarana torna a consciência cerebral do discípulo receptiva à orientação intuitiva e às impressões oriundas dos reinos espirituais superiores e da mente de Deus.

Ela permite que a alma, antes, e a Mônada, depois, usem o discípulo, mais tarde iniciado, para o serviço que elas precisam realizar na Terra.

A personalidade se torna um veículo confiável para o uso da alma em seus propósitos na Terra.
Esse propósito chega ao final na quarta iniciação, quando o corpo da alma ou corpo causal, que armazena todas as virtudes e bom carma, é queimado. Então, o fogo da mônada derrama-se através do Antakarana para a alma, mediadora entre a personalidade e a mônada, e a alma volta à mônada.

A alma não é mais necessária e volta a dissolver-se na Mônada.

Tudo o que resta então é a personalidade infusa de alma e a mônada, que agora é o guia.

Até esse ponto, o iniciado construiu o Antakarana até a tríade espiritual e a mônada. Embora esse Antakarana construído seja forte, ainda não se realizou uma fusão completa entre a mônada/tríade espiritual e a personalidade infusa de alma. É na quinta iniciação que esses dois aspectos se fundem na consciência.
Na sexta iniciação, eles se fundem não somente na consciência, mas também, e completamente, nos quatro corpos(o físico, o emocional, o mental e o espiritual) e toda a personalidade infusa de Mônada e os corpos transformam- se em Luz.
O iniciado torna-se um Mestre Ascensionado nesta sexta iniciação.

É o Antakarana, que o discípulo construiu entre a personalidade, a alma e a tríade espiritual/mó nada, que possibilitou a realização de todo esse processo.

É também nesse ponto que o sutratama, o cordão da consciência, e o antakarana se fundem, exatamente como aconteceu com a Mônada, com a alma e com a personalidade.

O resultado dessa fusão é a imortalidade da forma física.

Assim como Deus, Cristo e o Espírito Santo são três mentes que funcionam como uma, do mesmo modo somos três mentes – Mônada, alma e personalidade – que funcionam numa unidade.

O microcosmo é igual ao macrocosmo.

O espírito e a matéria, o pai e a mãe, são uma coisa só.O Antakarana é a ponte de Luz ou o caminho iluminado sobre o qual o discípulo passa para os mundos superiores.

É por meio dessa ponte e caminho iluminado que ele alcança a libertação e a ascensão.

Essa integração também ajuda a fazer a ligação entre a consciência de Shamballa, a consciência hierárquica e a consciência humana.

A consciência de Shamballa se relaciona com a Mônada e com aspecto vontade.

A consciência hierárquica se relaciona com a alma e com o aspecto amor.

A consciência humana se relaciona com a personalidade e com aspecto inteligência.

O Mestre, ao realizar essa integração, também ajuda a construir o Antakarana planetário, que é o Antakarana para toda a Terra e para a humanidade.

As Etapas da Construção do Antakarana

Nas etapas iniciais da construção do Antakarana, existem três fios auto criados menores que são criados inicialmente e que constituem o Antakarana.

* O primeiro fio entre o corpo físico e o corpo etérico, e passa do coração para o baço.

* O segundo fio vai do corpo etérico ao corpo astral e passa do plexo solar ao coração e deste ao corpo astral.

* O terceiro fio vai do corpo astral ao corpo mental. Esse fio passa do chacra do terceiro olho para o chacra da cabeça, e daí para o corpo mental.

Esses três fios menores auxiliam a extensão de alma a integrar o sistema de quatro corpos.

A segunda etapa trata da construção do Antakarana desde a personalidade na Terra até a alma. Esse processo também pode ser descrito como a construção de uma mente inferior, a alma e a mente superior. Em outras palavras, podemos chamá-lo de ligação cérebro/mente/ alma. Essa ponte é construída com a substância mental.

O estágio de construção da ponte da alma a tríade espiritual e para a Mônada usa a substância de Luz.

A ponte desde a personalidade até a alma cria uma iluminação completa da alma da personalidade na Terra. É nesse estágio que o discípulo se vê como uma alma. Em estágios superiores, o iniciado se vê como espírito ou como a própria mônada. Essa ponte possibilita à personalidade superar todo sentido de separatividade e de medo da morte.

A construção do Antakarana tem como objetivo a auto-realização e o serviço em benefício a humanidade.

Seis Passos Para Construção do Antakarana

Os seis passos para a construção do Antakarana são: “intenção, visualização, projeção, invocação e evocação, estabilização e ressurreição”.

1-Intenção- O primeiro passo implica uma compreensão da tarefa a ser cumprida, uma decisão e determinação para cumpri-la e uma orientação correta para atingir o objetivo. Ele também exige que as forças e energias da pessoa converjam para o ponto mental/espiritual mais elevado que possa ser alcançado e que ali se mantenham. Isso nos lembra “manter a mente firme na Luz”.

2- Visualização- O segundo passo envolve o uso da imaginação e das capacidades de visualização para construir o cordão e a ponte de Luz.

3-Projeção- O terceiro passo envolve a utilização da vontade, ou poder da vontade, e o uso de uma palavra de poder para transmitir essa linha ou ponte de substância de Luz. A ação de enviar uma palavra de poder com o poder da vontade por meio do cordão visualizado, com a mais elevada intenção possível, estende os filamentos do cordão de Luz em direção á tríade espiritual e a Mônada.

4-Invocação e Evocação- Essa invocação feita pelo discípulo atrai agora uma resposta evocativa da tríade espiritual e da Mônada. O pai (Mônada), operando através do fio criado pelo discípulo, põe-se em movimento para encontrar seu filho (extensão de alma). A Mônada, ou Pai do Céu, emite uma projeção de substância de Luz que encontra a projeção criada pelo discípulo na Terra. A projeção inferior e a projeção superior se encontram e o Antakarana é construído. A tensão criada pelo discípulo evoca a atenção da mônada e da tríade espiritual. Com a prática, esse cordão recíproco, ou ponte de energia, torna-se cada vez mais resistente. É uma chama de Luz. Já não existe mais a sensação dos três países separados da personalidade, da alma e da Mônada, mas um único ser atuando em todos os planos por esse caminho de Luz.

5-Estabilização- No início, o Antakarana é muito fino e parecido com um fio. Com a prática, a meditação e uma vida espiritual adequada em todos os níveis de ser, formar-se-á um cordão impossível de se romper.

6- Ressurreição- Esse último passo relaciona-se com o fortalecimento do cordão Antakarana, que então conduz a grande fusão e integração da triplicidade e que, na quarta iniciação, tornou-se dualidade. Essa dualidade, na quinta e, finalmente, na sexta iniciação ou ascensão, torna-se unidade, ou unificação total da personalidade infusa de alma e da Mônada que esteve operando por meio da tríade espiritual. Esses dois estados de consciência se integram totalmente na quinta iniciação e se fundem plenamente com o sistema de quatro corpos na sexta iniciação, que é a ascensão ou ressurreição. Os quatro corpos(físico, astral, mental e espiritual) e a personalidade se dissolvem na Luz e se tornam imortais.

Palavras de Poder

A repetição dos nomes de Deus, de palavras de poder e de mantras é tão importante para o desenvolvimento espiritual e para a realização divina. As palavras de poder às quais a pessoa se sente atraída dependem do treinamento espiritual em vidas passadas, do tipo de raio da alma e da Mônada dessa pessoa, da sua preferência individual, da intuição, do sentimento, do tempo de trabalho e da astrologia e numerologia, para citar alguns fatores.

Algumas palavras de poder:

Mantra da Alma ou da Mônada, Elohim, Aum, Om mani padme hum, Eu Sou, Eu Sou O Que Sou, Eu Sou Deus, Eu amo, Adona i(Senhor) , So Ham (Eu Sou Deus), El Shaddai (Deus Todo Poderoso), YHWH, Ram, Yod Hay Vod Hay (Pai Divino)

Esses treze mantras, outras palavras de poder que a pessoa já use, também dão resultado.
O objetivo dessa meditação é visualizar um cordão de Luz que comece na personalidade, passe pela alma e suba até a mônada. A pessoa pode visualizar esse cordão com uma diâmetro equivalente à circunferência da sua própria cabeça ou, no início, se preferir, menor.

O discípulo deve entrar em sintonia com esse Antakarana, visualiza-lo no olho da mente, e, com intenção plena e o poder da vontade, repetir a palavra de poder, em voz alta, de três a sete vezes, ou durante quinze minutos, como se fosse uma espécie de meditação com mantra. Depois de entoar esse mantra, o discípulo senta; permanecendo em silêncio e em estado receptivo, apenas sentindo a resposta de sua alma ou de sua Mônada, dependendo da etapa em que esteja trabalhando.

Apesar de simples, essa meditação é extremamente poderosa.

O MANTRA DA ALMA OU MONÁDICO

Este mantra foi revelado ao mundo por Djwhal Khul por meio dos escritos de Alice Bailey. Esse mantra ativa a alma e a estrela da alma para a realização do trabalho espiritual. As palavras do mantra da alma são:

Eu Sou a Alma,

Eu Sou a Luz Divina,

Eu Sou Amor,

Eu Sou Vontade,

Eu Sou o Plano Estabelecido.

Talvez os discípulos da quarta iniciação em diante queiram substituir a primeira linha para “Eu Sou a Mônada”, mantendo o restante do mantra exatamente igual.

A única linha desse mantra que as pessoas talvez não entendam é a última; ela se refere ao plano da alma para a encarnação atual.

Segundo Djwhal Khul, esse mantra é o princípio de todas as técnicas ocultas.

Mesmo que o discípulo esteja trabalhando com outro mantra, é bom começar uma meditação recitando o mantra monádico três vezes, e então meditar com o mantra habitual. Ele é como uma ferramenta de ativação que indica à alma e a mônada o momento de entrarem em ação para cumprir sua parte do programa como resposta à invocação 

O Fio Terra

Djwhal Khul advertiu as pessoas que construam o Antakarana não apenas subindo em direção à alma e à mônada, mas também, descendo em direção à base da espinha pelo chacra da coluna e daí à Terra. Alguns metafísicos dão a isso o nome de fio terra. Podemos visualizar esse fio descendo pelas pernas em direção ao centro da Terra ou, se estivermos sentados, como se passasse pela cadeira e entrasse no chão. Como o Antakarana, que sobe pelo canal central, esse também deve ter pelo menos o diâmetro da circunferência da cabeça do discípulo.

O Antakarana depois da Ascensão

É importante compreender que o Antakarana não para de facto na mônada. Na verdade, ele continua subindo em direção à divindade. O Antakarana pode ser projetado na direção de Deus ainda antes da ascensão. O discípulo que medita obterá uma resposta de Deus, e Deus irá ao seu encontro com Seu dedo de fogo e/ou com o fio de substância de Luz. Assim, mesmo os Mestres Ascensionados continuam construindo seus Antakaranas à medida que evoluem nos planos cósmicos de existência.

A Estrela da Alma

A aproximadamente quinze centímetros acima da cabeça, existe uma estrela etérica de Luz. Ela paira sobre a cabeça de cada habitante da Terra. O brilho dessa estrela depende muito do nível evolutivo da extensão de alma na Terra. A estrela da alma não é a alma, mas a sua extensão, um instrumento por meio do qual ela trabalha. Essa estrela é ativada quando recitamos o mantra da alma. É muito importante compreender a estrela da alma para se ter condições de realizar as demais meditações de Djwhal Khul. No momento em que recitamos o mantra da alma, essa estrela se acende e passa a brilhar como uma estrela resplandecente, pronta para iniciar seu trabalho, desde que seja um trabalho a serviço da alma.

Depois de entoar o mantra da alma, a estrela da alma obedecerá ao pensamento e a visualização criativa e poderá mover-se, expandir-se, contrair-se ou enviar raios de energia para a personalidade. A compreensão, a ajuda e o uso da estrela da alma serão absolutamente incalculáveis para a construção do Antakarana e para todas as outras áreas de vida.

O Canal Central

O canal central é um termo que se refere à coluna de energia que vai da base da espinha até o topo da cabeça. Às vezes chamado de chacra da coluna, ou Sushumna, e é uma parte componente do sutratama.
Uma das práticas mais importantes do caminho espiritual é a ampliação do canal central e a limpeza de todos os detritos psíquicos. Em termos ideais, o canal central pode ser ampliado até transformar- se numa coluna de luz com as dimensões da circunferência da cabeça do discípulo. O canal central da maioria das pessoas é um tubo muito estreito e entupido, como o encanamento de um banheiro que não funciona direito.
As três meditações a seguir, transmitidas por Djwhal Khul, tem por objectivo abrir e limpar o canal central e também construir o Antakarana. É por meio do Antakarana e do canal central que a alma e as energias espirituais podem fluir. Um Anatakarana e um canal central amplos, limpos e bem-estruturados permitem que a pessoa seja preenchida pela Luz do espírito no seu menor pedido.

Depois de entoar o mantra da alma, é também muito interessante perceber que ela e a mônada executam metade do trabalho.
A primeira meditação de Djwhal Khul é a meditação de triangulação.

Meditação de Triangulação

1- Recite o mantra da alma três vezes enquanto se concentra na estrela da alma como uma estrela ou um sol brilhante.
2- Depois de recitar o mantra da alma três vezes, com o poder da mente e da imaginação mova a estrela da alma diagonalmente até posicioná-la a uma distância de 30 centímetros à frente do terceiro olho. Em seguida, recue a estrela da alma em linha reta, até o centro da cabeça, fazendo-a entrar no canal central e no chakra da coluna. Pelo canal central , leve a estrela da alma para cima, parando 15 centímetros acima da cabeça, na posição em que ela estava inicialmente. Mova a estrela lenta e deliberadamente em seu deslocamento para cima. Enquanto se movimenta, a estrela da alma queima, literalmente, as formas-pensamentos ocultas e os detritos psíquicos. Esse trabalho é um esforço de cooperação entre a personalidade e a alma, que utiliza a estrela da alma como instrumento. A alma se enche de entusiasmo, quando tem oportunidade de trabalhar com você dessa forma.
3- Repita esse mesmo processo de criação do triângulo com o terceiro olho mais uma vez
4- Repita o procedimento; agora, porém, crie um triângulo descendo até o chakra da garganta. Execute esse processo duas vezes para o chacra da garganta.
5- Faça a mesma coisa para os chacras do coração, do plexo solar, do sacro da raiz, dos joelhos, das solas dos pés e para a estrela da Terra que está a uns 30 centímetros abaixo da superfície da Terra. Faça a triangulação duas vezes para cada centro. Pronto, a meditação está terminada.
Essa meditação ajudará alimpar o canal central e a começar a construir seu Antakarana. Terminada a meditação, e depois de trabalhar com ela durante algum tempo, sugiro que você dê mais um passo: forme um triângulo até a alma, que está acima da estrela da alma. Essa parte da meditação trabalha na construção do Antakarana até a alma e da menos atenção ao canal central.
Se julgar oportuno, você pode também construir um triângulo até a sua Mônada ou até a Poderosa Presença Eu Sou. Sugiro que você faça cada triângulo três vezes e que, ao terminar, recite o seu mantra ou sua palavra de poder, ao mesmo tempo em que visualiza o antakarana e mantém a mente firme na Luz. Num certo sentido, ao fazer isso, você está fazendo a fusão da primeira meditação com essa segunda meditação de triangulação.

Meditação do Redemoinho Espiritual

A aura da maioria das pessoas(corpos etérico, astral e mental) está cheia de detritos psíquicos, formas-pensamento negativas e energia estagnada.
O objetivo da meditação a seguir é eliminar do seu campo áurico todo esse material indesejado. Além de provir de sua vida diária normal, parte desse material é sobra da meditação de triangulação, que você acabou de fazer.
A meditação de triangulação retirou os detritos do seu canal central, mas provavelmente jogou certa quantidade deles em sua aura. Há um processo muito simples que a alma utiliza para limpar esse refugo psíquico; ele recebe o nome de meditação do redemoinho espiritual.
Essa meditação consiste em visualizar um vórtice espiritual ou um redemoinho descendo da alma. Visualize-o como um tornado, com a forma de um funil. Este redemoinho espiritual é formado pela substância energética mais refinada da alma. Embora você o visualize com a mente; esse vórtice espiritual é uma realidade psíquica viva da alma. Se você for clarividente, poderá vê-lo e observa-lo descendo da alma, se o tiver invocado. O tubo do seu funil e redemoinho espiritual está no antakarana, descendo ele recolhe as partículas mais pesadas dos detritos psíquicos. Deixe que a alma decida com que tamanho, cor e velocidade ela quer se deslocar. A idéia é fazer com que esse redemoinho desça pelo chakra da coroa e de uma oitava inferior e arrastando todo esse material para as profundezas do centro da Terra. Aí ele se livra do entulho, cessa seu movimento e se dissipa.
Crie um redemoinho espiritual bem amplo, de modo a abranger o corpo físico e todo o corpo áurico.
Quando o redemoinho espiritual ganha força e poder, ele não precisa mais da direção da personalidade. Nesse ponto a alma e a estrela da alma estão fazendo o trabalho. Invoque um novo redemoinho espiritual sempre que você queira purificar-se. O redemoinho espiritual inicial perde sua energia quando entra na Terra e descarrega os restos psíquicos.
Recomendo que você invoque de três a sete redemoinhos espirituais todas as vezes que praticar essa meditação. Recomendo também praticá-lo no início do dia, depois do trabalho e antes de dormir, para manter-se purificado.Quero acrescentar que faz parte do trabalho da Terra promover a limpeza desse tipo de sujeira ou energia negativa. Não estamos de forma alguma poluindo a Terra por trabalhar com ela dessa forma. Ela fica muito feliz por poder servir desta maneira.
Para invocar seu redemoinho espiritual, basta seguir estes passos:
1- Repita três vezes o mantra da alma.
2- Visualize o redemoinho espiritual bem alto acima da cabeça, com a ponta do funil no antakarana, e diga: “Na sabedoria de minha alma, invoco meu vórtice espiritual”.
3- Apenas observe ou visualize o redemoinho descendo através do seu campo e, em seguida, para a Terra.
4- Chame e invoque tantos redemoinhos espirituais quantos você necessitar, até sentir-se desobstruído. Normalmente, três a cinco minutos são mais do que suficientes. Se você se sentir desnorteado ou se estiver passando por uma crise emocional ou psicológica, esse processo pode ser extremamente útil. Essas são técnicas simples pelas quais a alma e/ou o eu superior podem ajudá-lo.
Meditação do Saca-rolhas para Ampliar o Canal Central
Nas duas primeiras meditações, purificamos o canal central e limpamos o campo áurico dos detritos psíquicos. O objectivo dessa última meditação de Djwhal Khul é alargar o canal central, de modo que ele chegue às dimensões da circunferência da cabeça. O canal central da maioria das pessoas é um tubo muito estreito e fino, o que limita a quantidade de Luz e de energia que possa descer da alma e da mônada. Dispomos de uma meditação muito simples para dilatar o canal central. Ela se assemelha á meditação de triangulação, com a diferença de que usa apenas um triângulo em vez de vários. Depois de recitar o mantra da alma, crie um triângulo que desça até a estrela da Terra, sob os pés, como na meditação de triangulação.
Ao começar a mover a estrela da alma para cima, visualize-a como um saca-rolhas girando no sentido horário, subindo pelo canal central, e voltando à posição da estrela da alma, 15 centímetros acima da cabeça. Seu canal central deve medir pelo menos 2,5 centímetros, mas que é preferível que ele tenha a largura da cabeça.
No início, talvez você prefira uma medida intermediária entre essas duas enquanto trabalha para ampliá-lo o máximo possível. Nesse sentido, use o seu discernimento e intuição. Recomendo que pratique esta meditação duas vezes por dia, durante três semanas, tempo necessário para se criar um hábito. Uma vez ampliado o canal central, você está pronto definitivamente.
O Mestre Ascensionado Djwhal Khul descreveu esta meditação como segue:
1- Recite o mantra da alma em voz alta.
2- Recite o mantra da unificação:
Os filhos dos homens são um, e eu sou um com eles.
Eu quero amar, não odiar.
Quero servir, não ser servido.
Quero curar, não ferir.
Que a dor traga a merecida recompensa de Luz e de amor.
Que a alma controle a forma externa da vida e tudo o que acontece. E traga a Luz o amor que está na base de todos os eventos.
Que a visão e a intuição se manifestem.
Que o futuro se revele.
Que a união interior se evidencie e as divisões exteriores se dissolvam.
Que o amor prevaleça.
Que todos os homens amem.
3- Construa um grande triângulo que desça até a estrela da Terra.
4- Faça a estrela da alma subir sob a forma de um saca-rolhas, movendo-se no sentido horário, ampliando seu canal central até a dimensão desejada.
5- Finalize a meditação, recitando a Grande Invocação:
Do ponto de Luz na mente de Deus,
Flua Luz a mente dos homens.
Que a Luz desça sobre a Terra.
Do ponto de Amor no coração de Deus,
Flua Amor ao coração dos homens.
Que Cristo retorne à Terra.
Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Guie o propósito as pequenas vontades dos homens-
O propósito que os Mestres conhecem e a que servem.
Do centro que chamamos de raça dos homens,
Realiza-se o Plano de Amor e Luz,
E possa ele selar a porta onde habita o mal.
Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano sobre a Terra.

O Antakarana

Adaptação de “Glossário Teosófico” e “Los Rayos e Las Iniciaciones”, de Alice Bailey”

A palavra Antakarana tem vários significados que diferem em cada seita e escola filosófica. Shankaracharya traduz esta palavra com o sentido de “entendimento”; outros, como “órgão ou instrumento interno, a Alma, formada pelo princfpio pensador e o egotismo (ahankara)”; enquanto os ocultistas definem-no como “sendeiro” ou ponte entre o Manas superior e o inferior, o Ego divino e a Alma pessoal do homem. O Antakarana serve como meio de comunicação entre ambos e transmite do Ego inferior para o superior todas as impressões pessoais e pensamentos dos homens que podem, por sua natureza, ser assimilados e retidos pela Entidade imperecível e, portanto, transformados em imortais com ela. Esses sáo os únicos elementos da Personalidade passageira que sobrevivem à morte e ao tempo. Assim, é lógico que somente aquilo que é nobre, espiritual e divino no homem pode, na Eternidade, testemunhar o fato de ter vivido.

O cordão prateado ou Sutratma é, no que concerne ao homem, de natureza dual. É composto pelo “fio da vida” e pelo “fio da consciência”. O “fio da vida” propriamente dito está ancorado no coração, enquanto que o outro, o “fio da consciência”, encarnando o princípio da consciência, está ancorado na cabeça, e começou a se desenvolver durante o florescimento da raça atlante. A sensibilidade ativa, a percepção, o desejo e a reação diante dos acontecimentos foram o prelúdio da consciência que desabrochava.

Um terceiro fio, o “fio criador” encarna o princípio mental/criador humano, que passou a se manifestar somente com a moderna raça ária. Durante a etapa lemuriana o Sutratma foi o fator dominante de expressão, o enfoque da raça estava em um modo de VIVER pleno e exuberante, porém quase que inconsciente. Segundo Michelle Griffith, o símbolo do Antakarana teria sido criado pelo Conselho dos Mestres da Galáxia e fora trazido à Terra há muitos milhares de anos, durante o período lemuriano.

Os fatores ou princípios internos, Buddhi, Ahankara e Manas,considerados coletivamente, constituem o “órgão interno”(Antakarana) ou Alma, cuja atividade, diferentemente daquela dos sentidos, estende-se não apenas ao presente, mas também ao passado e ao futuro. Os três princípios indicados formam, por assim dizer, os três lados de um triangulo, cuja soma é o Chitta (mente, pensamento, inteligência), com o qual se realiza a idéia da trindade na unidade.

A criação do Antakarana, uma atividade desenvolvida no processo da meditação (principalmente a Raja Yoga), tem como missão fundamental criar uma ponte de “arco-íris” entre a personalidade (eu inferior) do aspirante espiritual e seu Eu transcendente, conhecido esotericamente como “Anjo Solar”. Esta ponte é construída com a energia de luz do propósito espiritual, segregada pela alma do discípulo, de maneira similar à da aranha ao tecer sua teia. O Antakarana liga o cérebro físico ao Eu superior, através do chakra coronário, formando uma ponte a qual é possível a consciência operar com facilidade nos mundos inferior e superior. Este trabalho se acelera na medida em que adquirimos domínio sobre o homem inferior, na medida em que a alma e a personalidade trabalham conjuntamente para criar a “ponte” de ligação entre ambas. Isso só ocorre quando começamos a nos enfocar definidamente nos níveis mentais intenção primordial do trabalho de meditação, quando a mente atua de modo inteligente e conscientemente.

O Sutratma constitui a base da imortalidade, enquanto que oAntakarana, a base da continuidade. O Sutratma vincula e vivifica todas as formas em um todo atuante e incorpora em si a vontade e o propósito da entidade que se expressa, seja ela um homem, um Deus ou um cristal. O Antakarana incorpora a resposta da consciência dentro da forma, até chegar a uma série de contatos, cada vez mais amplos, dentro do todo ambiental.

O Antakarana é um símbolo sagrado de origem tibetana, usado em rituais milenares de cura e meditação. Representa a “ponte” de ligação entre a personalidade e a individualidade, isto é, entre o homem animal e o homem espiritual, que tem que ser construída no decorrer da evolução, para se ter acesso aos reinos da luz. Usado como um símbolo (apesar de não ser um símbolo do Reiki), tem o poder de concentrar e desenvolver a energia Reiki e outras energias de cura. etc. Meditando com esse símbolo, ativa-se automaticamente a Órbita Microcósmica (união dos canais Funcional e Regencial), enviando-se o Ki através dos canais energéticos centrais do corpo.

Não se trata de um dos símbolos perdidos do Reiki, mas sua forma é positiva e sagrada quando em uso. Não se pode utilizá-lo de forma negativa e, mesmo tendo uma história antiga, sua energia tem sido testada por vários agentes de cura durante muitos anos. Quando colocado sob a mesa de massagem, ele ativa as energias de todos os trabalhos relacionados à cura, seja Reiki, Johrei, Cura Prânica, Shiatsu, etc.

 

Fonte: http://portalascens ional.wetpaint. com/page/ Antakarana? t=anon

 

05/01 – GÊNIO DA HUMANIDADE – Dia governado pela força dos gnomos

GÊNIOS DA HUMANIDADE

05/01 – ELEMENTO: TERRA

 Dia governado pela força dos gnomos.

 Esse dia é protegido pelo deus egípcio Anúbis, representado por um homem com cabeça de chacal.

O CHACAL, ANIMAL que tem o hábito de desenterrar ossos, de forma paradoxal representava para os egípcios o deus Anúbis, justamente a divindade considerada a guardiã fiel dos túmulos e patrono do embalsamamento. Em algumas versões da lenda ele aparece como filho do deus Seth com sua esposa Néftis. Entretanto, a versão mais comum é a de que ele é filho de Osíris, que se uniu com Néftis por tê-la confundido com sua esposa Ísis. Quando esta última deusa veio a saber do nascimento da criança começou a procurá-la. Néftis, por temor a Seth, escondeu-a logo após o parto. Guiada por cães, Ísis encontrou o recém–nascido depois de grandes e difíceis penas e encarregou-se de alimentá-lo e Anúbis se converteu em seu acompanhante e guardião. Dizia-se que estava destinado a guardar os deuses, assim como os cães guardam aos homens.

REPRESENTADO POR UM CHACAL ou por um cão deitado, ou ainda pela figura de um homem com cabeça de chacal ou de cão, o deus Anúbis (Anpu em egípcio) era o embalsamador divino e um dos responsáveis pelo julgamento dos mortos no além-túmulo. No reino dos mortos, na forma de um homem com cabeça de chacal, ele era o juiz que, após uma série de provas por que passava o defunto, dizia se este era justo e merecia ser bem recebido no além túmulo ou se, ao contrário, seria devorado por um terrível monstro. Anúbis tinha seu centro de culto em Cinópolis, cidade do Alto Egito e recebia títulos exóticos como, por exemplo, morador na câmara de embalsamamento, governador da sala do deus ou senhor das colinas do oeste.

O SER MORTO, TRAJANDO UM VESTIDO DE LINHO, era introduzido por Anúbis no grande recinto onde o julgamento seria realizado. Saudava, então, a todos os deuses presentes. Depois, pronunciava uma longa declaração de inocência formada por frases negativas:

 Não pratiquei pecados contra os homens.

Não maltratei os meus parentes.

Não obriguei ninguém a trabalhar além do que era legítimo.

Não deixei de pagar minhas dívidas.

Não insultei os deuses.

Não fui a causa dos mal tratos de um senhor ao seu escravo.

Não pratiquei enganos com o peso da minha balança.

Não causei a fome de ninguém.

Não fiz ninguém chorar.

Não matei ninguém.

Não pratiquei fraudes na medição dos campos.

Não subtrai o leite da boca das crianças.

E assim por diante, alegando que tinha vivido sempre à altura dos padrões de conduta impostos pelos homens e pelos deuses.

ENQUANTO O MORTO FAZIA SUA DECLARAÇÃO, Anúbis ajoelhava-se junto a uma grande balança colocada no meio do salão e ajustava o fiel com uma das mãos, ao mesmo tempo em que segurava o prato direito com a outra. O coração do finado era colocado num dos pratos e, no outro, uma pena, símbolo de Maat, a deusa verdade. O coração humano era considerado pelos egípcios a sede da consciência.

É CLARO QUE SEMPRE HAVIA A POSSIBILIDADE, ainda que remota, do coração desmentir o seu dono e falar mal dele. Contra tal perigo foi composta a invocação que se lê no Capítulo XXX do Livro dos Mortos:

Ó meu coração, minha mãe; ó meu coração, minha mãe! Ó meu coração de minha existência sobre a terra. Nada se erga em oposição a mim no julgamento perante os senhores do tribunal; não se diga de mim nem do que eu tenho feito, “Ele praticou atos contra o justo e o verdadeiro”; nada se volte contra mim na presença do grande deus, senhor de Amentet. Homenagem a ti, ó meu coração! Homenagem a ti, ó meu coração! Homenagem a vós, ó meus rins! Homenagem a vós, ó deuses que assistis nas divinas nuvens, e sois exaltados (ou sagrados) graças aos vossos cetros! Falai [por mim] coisas justas a Rá, e fazei que eu prospere diante de Neebca. E contemplai-me, ainda que eu esteja preso à terra nas suas partes mais íntimas, consenti que eu permaneça sobre ela e não me deixeis morrer em Amentet, mas me torne uma Alma Imortal dentro dela.

ASSIM, AO SER PESADO O coração contra a verdade, verificava-se a exatidâo dos protestos de inocência do defunto. Como as negativas vinham de seus próprios lábios, ele seria julgado pelo confronto com o seu próprio coração na balança. Se este se igualasse com a verdade, tudo correria bem e o defunto seria bem-vindo no além-túmulo; caso contrário, o morto estaria cheio de pecados e, então, seria comido por um terrível monstro: Ammut, o devorador dos mortos, visto aqui em um detalhe do papiro do Livro dos Mortos do escriba Ani. Felizmente, os papiros sugerem que o morto em juízo era sempre absolvido. O tal monstro devia passar fome.

CADA COR ERA DOTADA de um valor simbólico — prossegue a autora —, pois o cão lobo errante do Egito raramente era preto. Esta cor escura evoca de maneira simbólica a terra arável depositada pela inundação, anunciadora da vida e da fecundidade. E pela consequência de toda gestação, por um renascimento. O betume e as resinas escuras de acácia que entravam na composição dos produtos de mumificação, serviam também como revestimento protetor dos sarcófagos, aromatizavam as estátuas dos deuses da fertilidade, e ainda podiam recobrir de forma benéfica as estátuas de culto.

Quem nasce nesse dia é calmo e paciente; introspectivo, sabe ouvir os problemas dos outros e dar conselhos de forma imparcial, pois tem grande conhecimento e sensatez. É fiel e muito compreensivo: nunca dá as costas a um amigo nem trai sua confiança.

Dotado de grande Sabedoria pois, sua alma caminha pela terra há muito tempo.. É justo e muito inteligente, por isso pode ter sucesso e brilhar muito na vida, desde que se dedique com vontade. Tem facilidade em se expressar e expor suas ideias e opiniões. Sua perseverança é digna de admiração. Fiel aos seus princípios, nunca se deixa levar pela vaidade. Detesta todo tipo de injustiça e luta por um mundo melhor.

 
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CURSO REIKI NÍVEL 1 – COM SANDRA PUPAK

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Maiores informações – (21) 2221-2467 / (21) 99788-1982 anjoscabalisticos@gmail.com

 
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CURSO REIKI NÍVEL 3 – COM SANDRA PUPAK

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CURSO BARALHO CIGANO – 2014

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CURSO CABALA – NÍVEL I – 2014

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FELIZ 2014 PARA TODOS

UM ANO DE EXPANSÃO E INTUIÇÃO 

EXPANSAO 2014

Este será um ano em que a intuição estará aflorada em todos os seres. Definitivamente não será um ano mental, nem emocional. É um ano sem fronteiras, sem impedimentos, é a hora da ousadia, de pensar muito grande, ano em que a coragem será revestida pelo poder do realizar . Júpiter traz o entusiasmo, a alegria, o progresso.

É importante entrarmos em 2014 com a consciência, atenção concentrada e foco nos projetos elaborados durante o ano de 2013. Desse modo, esta energia não será dispersada, cuidando para que a conclusão de todo esse processo não seja comprometida. É necessário lembrar que tanta vitalidade e expansão requerem ritmo e disciplina para evitar excessos quer devem ser domados ao longo deste ano.

Será um ano maravilhoso para viagens, cultura e estudos. Ano maravilhoso também para estruturar autoestima e recuperar o bom humor; um ano para rir e se divertir.

 

gom-yeremyan-07

O Tarô nos revela que 2014 será regido pela carta 7:  O CARRO

No mito do cocheiro, ou da parelha alada, extraído do diálogo de Fedro, na obra de Platão, a alma é comparada a uma força natural e ativa, representada por um carro puxado por uma parelha alada e conduzida por um cocheiro. O cocheiro que nos governa conta com uma parelha de cavalos alados, um branco e outro negro, representando os impulsos no interior da alma humana. Neste modelo tripartite, está evidente o dualismo da alma pelas suas duas figuras complementares: o cavalo branco e o cavalo negro.

Cabe ao cocheiro tentar controlar a direção dos cavalos. Se ele não conseguir domar o cavalo negro, então o seu lado bestial, impulsivo, totalmente governado pelo desejo, se sobreporá e a transgressão será o seu lema. Caso ele consiga controlá-lo, o cavalo branco irá direcioná-lo para a razão, a elevação, a verdade e a luz. Apenas o cocheiro, representando o homem e a sua ambiguidade, é capaz de lidar com as duas forças antagônicas do cavalo branco e do cavalo negro, unindo em si, como elementos do mesmo ser, polaridades tão antagônicas que vivem eternamente em guerra, digladiando-se consigo mesmo.

Segundo Jung o Carro é um veiculo de poder e conquista em que o herói pode viajar pela vida a fim de explorar suas potencialidades e por à prova suas limitações. O carro se destina a “levar-nos para casa”. A jornada exterior é o veiculo para nosso autodescobrimento. É o ano ideal para aprendermos a respeito de nós mesmos através do envolvimento com outros e do enfrentamento dos desafios do nosso meio. Lembrando que, toda jornada oferece inúmeras oportunidades de novas percepções e também nos expõe ao risco da desorientação.

Simbolicamente, na Cabalah, o Carro é o meio de transporte de que os seres se utilizavam para subir a D’us e a alma humana para se unir à alma do mundo. Assim, ele pode funcionar para ligar o homem à divindade, como o fizeram o carro místico de Elias e Carro de Fogo de Ezequiel.

Muito se tem falado e escrito a respeito de “viagens”. Livros e revistas revelam vários métodos de fazê-las: maconha, LSD e outras ajudas ilegais e danosas à saúde mental e física. Os viajantes imaginativos dispensam tais ajudas mecânicas, descobriram que é muito simples ter esse tipo de experiência. Conhecem um segredo com que todos nascemos, mas que alguns de nós perdemos e através da meditação pode ser  resgatado.

O segredo é este: cada um de nós tem um “carro” à sua disposição. Está lá , pronto e à espera, sempre que desejarmos embarcar numa outra viagem imaginativa pelo espaço interior.  A razão por que é tão fácil imaginarmo-nos viajando nesse veículo mágico é que, na verdade, o fazemos o tempo todo sem perceber.  Para termos consciência disso, basta-nos fechar os olhos e fazer a Netivah (Conexão).

O carro parece simbolizar com propriedade o poder transportante da psique. A psique não é um objeto, uma coisa; é um processo.  Sua essência é o movimento.

Em 2014 é essencial lembrarmos que:

NÓS SOMOS A SEMENTE QUE CONTÊM A ÁRVORE

  

Rituais nas luas cheias de 2014

16 Janeiro, quinta feira

Rituais sobre bens materiais duradouros

Saturno

14 Fevereiro, sexta feira

Rituais de superação de situações

Saturno

16 Março, domingo

Rituais ligados a vidência e sonhos

Júpiter

15 Abril, terça feira

Rituais sobre novidades e coragem

Marte

14 Maio, quarta feira

Mudanças radicais nas relações

Vênus

13 Junho, sexta feira

Rituais de viagens e estudos

Mercúrio

12 Julho, sábado

Rituais sobre a família, fertilidade e cura

Lua

10 Agosto, domingo

Rituais sobre reconhecimento e fama

Sol

8 Setembro, segunda feira

Rituais sobre cura e organização

Mercúrio

8 Outubro, quarta feira

Rituais de amor

Vênus

6 Novembro, quinta feira

Rituais sobre rompimentos, banimentos e proteções

Marte

6 dezembro, sábado

Rituais de dinheiro

Júpiter

 

lua azul 

Calendário Astrológico 2014

DATA

HORÁRIO

EVENTO

01 de Janeiro de 2014

09h14min

Lua Nova

04 de Janeiro de 2014

10h00min

Periélio

08 de Janeiro de 2014

01h39min

Lua Crescente

16 de Janeiro de 2014

00h52min

Lua Cheia

24 de Janeiro de 2014

03h19min

Lua Minguante

30 de Janeiro de 2014

19h19min

Lua Nova

06 de Fevereiro de 2014

17h22min

Lua Crescente

14 de Fevereiro de 2014

21h52min

Lua Cheia

22 de Fevereiro de 2014

14h15min

Lua Minguante

01 de março de 2014

05h00min

Lua Nova

08 de março de 2014

10h27min

Lua Crescente

16 de março de 2014

14h09min

Lua Cheia

20 de março de 2014

13h57min

Equinócio de Outono (HS) –e  Equinócio de Primavera (HN) 

23 de março de 2014

22h46min

Lua Minguante

30 de março de 2014

15h45min

Lua Nova

07 de abril de 2014

05h41min

Lua Crescente

15 de abril de 2014

04h42min

Eclipse Total da Lua  -e- – Lua Cheia

22 de Abril de 2014

04h52min

Lua Minguante

07 de maio de 2014

00h15min

Lua Crescente

14 de maio de 2014

16h16min

Festival De Wesak- Lua Cheia

21 de maio de 2014

09h59min

Lua Minguante

28 de maio de 2014

15h40min

Lua Nova

05 de junho de 2014

17h39min

Lua Crescente

13 de junho de 2014

01h11min

Lua Cheia

19 de junho de 2014

15h39min

Lua Minguante

21 de junho de 2014

07h51min

Solstício de Inverno (HS) –e- Solstício de Verão (HN) 

27 de junho de 2014

05h09min

Lua Nova

03 de julho de 2014

21h00min

Afélio

05 de julho de 2014

08h59min

Lua Crescente

12 de julho de 2014

08h25min

Lua Cheia

18 de julho de 2014

23h08min

Lua Minguante

26 de julho de 2014

19h42min

Lua Nova

03 de agosto de 2014

21h50min

Lua Crescente

10 de agosto de 2014

15h09mim

Lua Cheia

17 de agosto de 2014

09h26min

Lua Minguante

25 de agosto de 2014

11h13min

Lua Nova

02 de setembro de 2014

08h11min

Lua Crescente

08 de setembro de 2014

22h38min

Lua Cheia

15 de setembro de 2014

23h55min

Lua Minguante

22 de setembro de 2014

23h29min

Equinócio de Primavera (HS) –e- Equinócio de Outono (HN) 

24 de setembro de 2014

03h14min

Lua Nova 

01 de outubro de 2014

16h33min

Lua Crescente

08 de outubro de 2014

07h51min

Eclipse Total da Lua  -e-  Lua Cheia 

15 de outubro de 2014

16h19min

Lua Minguante

23 de outubro de 2014

19h57min

Eclipse Parcial do Sol  -e-  Lua Nova 

31 de outubro de 2014

00h48min

Lua Crescente

06 de novembro de 2014

20h23min

Lua Cheia

14 de novembro de 2014

13h16min

Lua Minguante

22 de novembro de 2014

10h32min

Lua Nova

29 de novembro de 2014

08h06min

Lua Crescente

06 de dezembro de 2014

10h27min

Lua Cheia

14 de dezembro de 2014

10h51min

Lua Minguante

21 de dezembro de 2014

21h03min

Solstício de Verão (HS)   –e-  Solstício de Inverno (HN)  –   Lua Nova (às 23h36min) 

28 de dezembro de 2014

16h31min

Lua Crescente

 
 
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