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24 de Maio Dia de Santa Sarah Kalli

24 de Maio Dia de Santa Sarah Kalli

ORAÇÃO À SANTA SARAH KALI

Santa Sarah que o teu Manto seja o meu escudo de proteção 

contra as adversidades e armadilhas neste mundo.

Que a Tua Luz guie os meus passos

e os passos de toda a Humanidade rumo à Ascensão.

Que o Teu Amor conduza minha alma,

me dando Sabedoria, Discernimento e certeza

nos momentos de aflição.

Santa guarde minha casa, a minha família,

o meu trabalho, a minha vida.

Santa Sarah me traga saúde, prosperidade, alegrias.

Santa Sarah me guie,

Santa Sarah me defenda

para que eu me torne um só com O Divino!

Que assim seja e assim É!

Salve o Povo Cigano e toda sua Egrégora DE Luz e Amor!

Optcha!!!

Belisa do Arcanjo Miguel

 

FESTIVAL DE WESAK

Resultado de imagem para CERIMONIA DOS HIMALAIAS

Festival de Wesak,

o Festival da Humanidade,  o Festival da Boa Vontade  

Este Festival é também celebrado como o Dia Mundial da Invocação. É o Festival do Espírito da Humanidade que aspira chegar a Deus e estar de acordo com Sua Vontade e a dedicar-se a expressar corretas relações humanas. Nesta ocasião há oportunidade para que a energia conectada no Festival de Wesak possa se ancorar na consciência humana. Este é um Festival de Invocação, de aspiração básica em direção à fraternidade e unidade humana espiritual. Neste dia, a Grande Invocação é usada em toda a terra com significado e um propósito especial.

O Festival de Wesak, na época da lua cheia de Touro, representa um marco da dispensação da mais alta benção espiritual do mundo. Acontece um influxo sem precedentes de vida e de estímulo espiritual que serve para vitalizar a aspiração de toda a humanidade. A intuição de todos os que buscam servir o Bem, o Belo e a Verdade (independentemente de sua fé ou herança espiritual) é estimulada por essa bênção espiritual.

Em Wesak pode-se visualizar a aspiração de todas as pessoas de boa-vontade sendo fundidas numa concentrada invocação ao Buda, ao Cristo e a todos os Seres Iluminados no lado interior da Vida.  É um tempo de dedicação, um tempo para firmemente nos mantermos na Luz, e acima de tudo, um tempo para nos aprofundarmos nas necessidades de nossos irmãos seres humanos e a necessidade de fornecermos um canal grupal por meio do qual as forças espirituais possam ser derramadas por todo o corpo da humanidade.

Uma Cerimônia nos Himalaias

Durante o período da lua cheia, é dito que o Buda empodera Forças de Iluminação buscando contato com a humanidade.  Numa cerimônia legendaria em um vale dos Himalaias Ele retorna à Terra, ano após ano, para abençoar um grupo unido de Seres Iluminados, a começar pelo próprio Cristo até o mais humilde discípulo. O movimento ritualístico dos participantes forma padrões geométricos na superfície do vale, absorvendo e gerando correntes de força espiritual que cria um canal preliminar para as potências que o Senhor O Buda vai trazer.

À medida que o momento exato da lua cheia se aproxima, uma elevadíssima expectativa e tensão se espalha entre todos os que ali estão reunidos.  O momento da Sua aparição é caracterizado pelo Grande Silêncio, transbordante em vitalidade e significado.

Um dos maiores serviços que podemos oferecer durante este ponto alto do calendário espiritual é nos alinharmos com o espírito do Silêncio no Vale de Wesak. Podemos preparar para sustentar nossa conexão interna mesmo que estejamos no meio de atividades mundanas da vida diária. Mantendo em sustentação um silêncio interior, e permanecendo como um observador imparcial, nós bem poderíamos imitar os “observadores silenciosos” dos paraísos, observando o fluxo de pensamentos e desejos à medida que eles passam através de nós, mas mantendo-nos separados deles, enquanto nos engajamos ativamente com as elevadíssimas energias dispensadas (emanadas) pelo Senhor O Buda.  Através da tensão silenciosa que nós geramos num crescendo até a lua cheia, colocamo-nos em contato não somente com a Alma, mas com o Espírito cuja Presença aguarda nosso contato e invocação.  Desse modo nós podemos servir o “Grande Todo”.

O retorno anual do Buda para abençoar todas as pessoas do planeta e para transmitir Sua mensagem de sabedoria, luz e amor é a evidência exterior e a garantia da divina orientação interna e revelação no atual ciclo da Terra.

A tônica para a meditação durante o Festival de Wesak é:

“Eu vejo e quando o Olho está aberto, tudo é luz.”

O Senhor Buda em sua existência terrena, reconheceu que existe no cerne da experiência humana uma energia, um potencial. Essa centelha é a nossa Divindade que não existe separadamente, pois é, em si mesma, a essência da própria Vida. É, sempre foi, e para todo o sempre será. E o ponto primordial da experiência humana é o despertar da consciência para essa Vida que habita em cada ser humano e dar-se a Ela, sem reservas, hesitação ou condições.

Quando o Buda se preparava para partir da Terra Ele disse:  “Eu não sou o primeiro Buda que veio à Terra, nem serei o último. No tempo devido, um outro Buda surgirá no mundo, um Ser Abençoado, um Ser sumamente Iluminado. ” Como vamos conhecê-lo?”  Buda foi perguntado. “Ele vai ser conhecido como MAITREYA”, aquele cujo nome significa “CHEIO DE BONDADE“.

A GRANDE INVOCAÇÃO,

o Mantra do Cristo

Do ponto de Luz na Mente de Deus,

Flua Luz às mentes humanas;

Que a Luz desça à Terra.

*

Do ponto de Amor no coração de Deus,

Flua Amor aos corações dos homens;

Que o Cristo Maitreya à Terra.

*

Do Centro Onde a Vontade de Deus é conhecida,

Guie o Propósito as pequenas vontades humanas;

O Propósito que os Mestres conhecem e a que servem.

*

Do centro a que chamamos a raça dos homens,

Que se realize o Plano de Amor e de Luz;

E feche a porta onde se encontra o mal.

*

Que a Luz, o Amor e o Poder, restabeleçam o Plano Divino sobre a Terra,

Hoje e por toda a Eternidade.

Que Assim Seja!

 

 

Ritual do Conselho Cármico 31/12/2016

 

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Nos dias  31/12 31/03, 30/09 e 30/06, o Conselho Cármico se reúne para avaliar o carma do planeta inteiro. Faz um retrospecto do trimestre que se encerra e toma decisões para o próximo trimestre.

 O Conselho Cármico, formado por seres de luz que amparam a humanidade nestes momentos de transformações, reúne-se 4 (quatro) vezes ao ano junto à presença Eu Sou de todas as pessoas encarnadas na Terra e juntas escolhem seus destinos para os próximos 3 meses. Quando uma pessoa morre, ela pode fazer essa transição de duas maneiras: ou consciente (sentindo-se “despregar” do corpo físico e entrando num túnel, seguindo uma luz ou até, mesmo encontrando um guia) ou então inconsciente, quer dizer, dormindo.

Se a pessoa chega do “outro lado” acordada, logo ela se defronta com um Mensageiro da Luz, que lhe entrega uma convocação para comparecer ao tribunal do Carma no dia tal, às tantas horas. Até esse dia, ela será encaminhada a uma “colônia de férias” astral, digamos assim. Por outro lado, se estiver dormindo, vai continuar descansando por um prazo que varia de pessoa para pessoa, mas que não pode ultrapassar seis meses; ao acordar, também receberá a intimação para comparecer ao Tribunal.

 

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O Conselho Cármico é um Tribunal de Justiça;

Todos os Mestres são Ascensionados, o que significa que são seres de absoluta Misericórdia, Amor e Justiça. Diante desses Seres Perfeitos, a pessoa é levada a avaliar toda a sua última vida, desde o nascimento até a morte.

Tomará consciência de seus erros e acertos, das lições que assimilou e das que ainda tem que aprender; quais são suas principais virtudes e também as dificuldades ou defeitos que terá que superar.

Ouvirá do Conselho Infalível a Sentença; qual é realmente a sua faixa vibratória e, daí, em que país, cidade e grupo do Astral deverá permanecer até a próxima encarnação; que escola deverá frequentar, que tipo de treinamento deverá ter; que trabalhos terá que executar; quanto tempo ficará desencarnado; quem serão seus pais e familiares na próxima encarnação; quais serão suas futuras características raciais e nacionalidade.

Uma alma mais evoluída ouvirá essa sentença compreendendo que o carma não é uma lei de retaliação, mas, sim, de educação, e que o Conselho Cármico é o órgão legítima e divinamente capacitado para julgar e dar novas oportunidades de evolução.

Assim como o Conselho Cármico julga e administra o carma individual, ele também o faz com relação ao carma familiar, grupal, nacional e planetário. Ministra sanções e anistias. Se for preciso pelos desígnios cármicos, o Conselho autoriza cataclismos e desastres coletivos. Pode abreviar ou prolongar a vida dos encarnados.

Aproveite este dia para estabelecer seu compromisso interno com sua verdade e força vital projetando assim no mundo externo o potencial da sua alma. Felicidade, Harmonia, Saúde, Abundância, Realizações.

Nos dias 31/12 31/03, 30/06 e 30/09, o Conselho se reúne para avaliar o carma do planeta inteiro. Faz um retrospecto do trimestre que se encerra e toma decisões para o próximo trimestre.

Nesses dias especiais, os discípulos da Luz podem apresentar a esses Divinos Juízes sua petição ou projetos que, se forem considerados dignos e úteis à Vida, serão autorizados – e aí os autores receberão uma ajuda direta (seja ela qual for) do Conselho para realizá-los.

Quando conquistarmos a vitória da manifestação de nosso plano divino e consumirmos o nosso carma negativo, iremos então ter com a Presença do Eu Sou, o Amado Santo Cristo Pessoal (o nosso Eu Superior) e o Conselho do carma, que decretarão o direito de libertarmo-nos da roda viva das   reencarnações.

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                                                FAZEM PARTE DO CONSELHO CÁRMICO:

  •  PÓRTIA: Justiça e Oportunidade – é o Complemento do Mestre Saint Germain
  • Mestra Nada: Amor Devocional e Gratidão
  • Kwan Yin: Misericórdia e Compaixão
  • Libra: Equilíbrio
  • Palas Athena: Verdade
  • Elohim Vista: Ciência, Concentração e Cura
  • Saithru: Ser responsável pela sétima raça raiz da humanidade terrestre
  • Arcanjo Miguel: Fé, Proteção, Vontade Divina
  • Irmãos Interdimensionais e Interplanetários: Energia eletromagnética que facilita a manifestação de nossos sonhos.

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É NECESSÁRIO PARA A REALIZAÇÃO DO SEU RITUAL:

1 vela branca

1 copo d’água

1 folha de papel branco

1 incenso de sândalo

1 lápis

RITUAL:

Em um papel branco, escreva a lápis a data, seu nome de solteiro (nome de batismo), e data de nascimento.

“Em Nome de Minha Bem Amada e Poderosa Presença Eu Sou o Que Sou!”

Em Nome do Meu Bem Amado Santo Ser Crístico Presente em meu Coração peço pela Paz e Cura Universal!”

Logo em seguida agradeça, agradeça e agradeça por tudo de bom e tudo de negativo que ocorreu durante os últimos 3 meses.

Em seguida faça todos os seus pedidos ao Conselho Cármico.

Dobre o papel e faça a oração “A Grande Invocação”. Ao terminar, guarde a carta em uma bíblia, e deixe até o próximo Conselho Cármico.

Não se esqueça de queimar a carta do último Conselho Cármico na vela que você acabou de acender.

A GRANDE INVOCAÇÃO

 DO PONTO DE LUZ NA MENTE DE DEUS,

QUE FLUA LUZ À MENTE DOS HOMENS,

E QUE A LUZ DESÇA A TERRA.

O PONTO DE AMOR NO CORAÇÃO DE DEUS, QUE FLUA AMOR AO CORAÇÃO DOS HOMENS QUE O CRISTO RETORNE A TERRA.

DO CENTRO A ONDE À VONTADE DE DEUS É CONHECIDA, QUE O PROPÓSITO GUIE AS PEQUENAS VONTADES DOS HOMENS, PROPÓSITO QUE OS MESTRES CONHECEM E SERVEM.

DO CENTRO A QUE CHAMAMOS À RAÇA DOS HOMENS QUE SE REALIZE O PLANO DE AMOR E LUZ E FECHE A PORTA ONDE SE ENCONTRA O MAL.

QUE A LUZ O AMOR E O PODER RESTABELEÇAM O PLANO DIVINO SOBRE A TERRA

HOJE E POR TODA A ETERNIDADE, QUE ASSIM SEJA  AMÉM.

É bom sempre lembrar que TODOS SOMOS UM SÓ!!!

 

Os Mestres querem nos pedem para invocar a Alegria para as nossas vidas.

Eles dizem que:  “Sem Alegria não há Ascensão!”

Muito Sucesso e Saúde a todos.

Namastê.

Belisa do Arcanjo Miguel

 

 

Os Mestres querem nos pedem para invocar a Alegria para as nossas vidas.

Eles dizem que:  “Sem Alegria não há Ascensão!”

Muito Sucesso e Saúde a todos.

Namastê.

Belisa do Arcanjo Miguel

 

2017 SERÁ REGIDO PELO ORIXÁ OXÓSSI E OXUM

 

Estamos chegando ao fim de mais um ano e com ele subimos mais um degrau na escala de nossa Evolução rumo à Ascensão.

Deixamos para trás mágoas, decepções, tristezas e levamos conosco toda a sabedoria e clareza que todas essas situações nos proporcionaram.

2016 foi um ano de muita luta muito confronto e incertezas e justamente por isso, foi, e ainda está sendo, um ano de grande aprendizado e VITÓRIA, pois como diz aquele sábio ditado popular:

Mares fracos, não fazem bons marinheiros!

2017 será regido pelo Orixá Oxóssi que vem trazendo a força das matas e dos Caboclos e  sua sabedoria impar.

Será um ano de crescimento, onde o trem voltará novamente para os trilhos e a vida seguirá sob o comando de uma Nova égide para que se cumpra o PROPÓSITO que os Mestres conhecem tão bem e a que servem.

Esse Orixá maravilhoso vem trazendo a fartura, porém ele nos lembra  que:

Quem semeia vento, colhe tempestades…

Isso significa que precisamos continuamente (cada vez mais)  a vigiar nossos pensamentos e sentimentos, pois estaremos com a força dos caboclos e essa força tanto pode nos levar para a direita como para a esquerda, só depende da nossa Vontade e determinação.

Todo ser humano tem um corpo, uma alma, uma essência.

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NUMEROLOGIA CABALÍSTICA 2017   –   ANO DE SATURNO

  • 2017 – 2 + 0 + 1 +7 = 10 = 1 + 0 = 1
  • 10 = Final/Início
  • 1981/2016 – Fim do Ciclo Solar –
  • 2017 Início Ciclo de Saturno 2017/2052
  • Tarô – Carta 10 – Roda da Fortuna
  • Reduzindo – Carta 1 – O Mago
  • Cabalah – Sefirah 10 – Malchuth – Planeta Terra
  • 10 – Força Mental

O 10 sempre representa o final e o início .

Encerrando um ciclo de dúvidas de não saber quem é você e ao que você veio fazer aqui neste planeta.

Saturno vai pedir/cobrar de nós nesses 36 anos: realizações, metas, propósitos.

Saturno se liga diretamente ao signo de Aquário, o signo da Nova Era .

Saturno nos revela que é hora de subir a Montanha!

No ultimo ciclo de 35/36 anos que Saturno regeu (1765 a 1800) , tivemos a Revolução Francesa e posteriormente a queda da Bastilha (14 de julho de 1789).

Na Grécia Saturno é conhecido como Kronos, O Senhor do Tempo – e ele nos lembra que a humanidade não tem mais tempo para errar !

 

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SATURNO

O que mostra o Caminho

A autoridade e a Cruz da matéria são impostas à Alma, simbolizando as responsabilidades e desafios que a mortalidade impõe.

O impulso à conservação

Frio, duro e severo, Saturno aponta o Caminho do dever e do destino. Na astrologia medieval, representava o limite do conhecido e ainda hoje representa fronteiras e limitações.

Saturno representa também o ponto em que as limitações se tornam inaceitáveis e as restrições precisam ser rompidas.

É o momento em que a Humanidade está sendo chamada a assumir responsabilidades e transcender o karma planetário.

É também o tempo em que a disciplina interior se forma e a Alma começa a expandir , transcendendo .

Saturno representa a lei e a ordem em muitos níveis : pessoal, social, coletivo, kármico e cósmico.

Tudo o que estiver fora do lugar, retornará ao seu lugar de direito.

No ano de 2017 estaremos sob a égide da Lâmina 10 do Tarô, a Roda de Sânsara /A  Roda da Fortuna, e Saturno vem nos cobrar a Lei de Causa e Efeito .

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SATURNO É A LEI DA CAUSA E EFEITO E AÇÃO.

A determinação do Regente do Ano, segundo a tradição astrológica cabalística, tem como base um ciclo de 36 anos.

A cada ciclo de 36 anos é atribuída uma REGÊNCIA PLANETÁRIA  –

REGENTE DO CICLO – SATURNO.

Dentro deste ciclo existem ciclos menores anuais, que também possuem seus respectivos regentes .

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REGENTE DO ANO – VÊNUS

Na atribuição dessas regências, são considerados apenas os planetas antigos. Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno.

REGENTE DO CICLO

A Regência do Ciclo é atribuída de acordo com a seguinte ordem.

Saturno – Vênus – Júpiter – Mercúrio – Marte – Lua – Sol

Após o que, inicia-se novamente por Saturno (seguindo o desenho da estrela de 7 pontas).

Credita-se ao:

1º CICLO: (ano 1 a 36), a regência de Saturno;

2º CICLO: (ano 37 a 72), a regência de Vênus;

3º CICLO: (ano 73 a 108), a regência de Júpiter;

4º CICLO: (ano 109 a 144), a regência de Mercúrio;

5º CICLO: (1ano 45 a 180), a regência de Marte;

6º CICLO: (ano 181 a 216), a regência da Lua;

7º CICLO: (ano 217 a 252), a regência do Sol;

Nesta sequência de ciclos, começamos novamente por Saturno repetindo sucessivamente as mesmas regências na ordem indicada.

Atualmente, estamos num Ciclo que se iniciou em 1981 e vai até 2016, regido pelo Sol. O próximo ciclo que se inicia em 2017 e vai até 2052, será regido por Saturno, o seguinte por Vênus e assim por diante.

REGENTE DO ANO

O ano astrológico tem início, com o ingresso do Sol no signo de Áries dia 20 de março (ou 21, dependendo da entrada do sol no signo). É neste momento que o planeta que se afirma ser o regente do ano passa a sê-lo de fato. Os dias que antecedem o dia 20 de março pertencem ainda ao regente anterior.

O primeiro ano de cada ciclo maior é governado pelo Regente do Ciclo. Em seguida cada ano tem seu próprio regente. A ordem de regência dos planetas é a mesma observada em tratados cabalísticos e textos de astrólogos medievais que consideram o “horário planetário”, numa sequência que se inicia pelo planeta mais lento e termina no mais rápido. A sequência é a seguinte:

  • Saturno
  • Júpiter
  • Marte
  • Sol
  • Vênus
  • Mercúrio
  • Lua

Em seguida, retorna a Saturno (sentido anti-horário da estrela de 7 pontas).

Exemplo: Em 1981 iniciou-se o Grande Ciclo do Sol, sendo este também o regente daquele ano. A partir daí, define-se os regentes dos anos subsequentes: 1982 Vênus, 1983 Mercúrio, 1984 Lua, 1985 Saturno, 1986 Júpiter, 1987 Marte, e novamente em 1988 o Sol, até completar o ciclo de 36 anos em 2016.

Como o próprio nome sugere,  a influência do Planeta Regente do Ciclo se estende através de todo ciclo (36 anos); enquanto a influência do Planeta Regente do Ano atua somente durante aquele ano específico. Temos então, segundo essa teoria, a influência do planeta Regente do Ano, conjugada à influência do Planeta Regente do ciclo maior de 36 anos.

Desse modo, sob a regência destes planetas, podemos encontrar as seguintes questões:

Saturno, questões relativas às estruturas, hierarquias, responsabilidade, seriedade, perseverança, concentração, esforço, estratégia, estruturação, competência, busca da estabilidade, durabilidade, compromisso, respeito às leis, estabelecimento de limites;

Júpiter, questões relativas à expansão, crescimento, mente superior, fé, espiritualidade, otimismo, entusiasmo, moralidade, prosperidade, educação superior, contato com outras culturas, valores morais e éticos, filosofia, aspirações, esportes, grandes negócios, leis;

Marte, questões relativas à luta, competição, liderança, coragem, combatividade, guerras, autoafirmação, automotivação, busca da identidade, conquistas, iniciativa, independência, espontaneidade, vitalidade física, força, energia masculina em geral;

Vênus, questões relativas ao amor, afeto, sensualidade, prazer, relacionamento, bens e valores, beleza, harmonia, arte, feminino em geral;

Mercúrio, questões relativas ao comércio, negócios, astúcia, comunicação, mente racional, destreza, racionalização, palavra escrita e falada e toda capacidade de receber ou transmitir informação, opiniões, críticas;

Lua, questões relativas ao emocional, sentimentos, receptividade, passado, família, mulher, povo, nossa capacidade de sentir, de nos sensibilizarmos ao meio ambiente, o que alimenta tanto física como psiquicamente;

Sol, questões relativas à inteligência, grandes lideranças, ego, autoafirmação, vitalidade, tomada de consciência, criatividade, auto expressão.

Em 2016 o mundo encerra um ciclo de 9 anos que começou em 2008 . Temas universais, que afetam e preocupam a toda a humanidade são os que marcam um ano 9. Entre vários outros, em 2016 o mundo se voltou para a crise dos refugiados e o medo dos atos terroristas.

Em um final de ciclo ocorrem também muitos fechamentos já que não cabem mais esquemas velhos, antigos e com um padrão repetitivo.

O ano 9 é um ano de abertura a um novo futuro e por ir um basta a tudo o que não funciona mais. Mudanças são necessárias. O mundo chegou ao final de ciclo e são eliminados os velhos padrões e regras já bastante desgastadas. Vivemos um momento transitório, de romper com o passado e olhar para um novo futuro com confiança.

Assim aconteceu com a repentina decisão de rompimento do Reino Unido com a União Europeia, e também com a inesperada eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA, colocando fim a anos de governo do partido democrata.

Um ano 9 pode ser um mergulho no escuro. O único que se deseja é acabar com a situação vigente. O que irá acontecer depois da decisão de terminar algo?

Somente no ano 1 com a energia de 2017 é que tudo fica mais claro e existe um novo direcionamento. Durante o ano 9 o que existe é a certeza do que não se quer mas nem sempre há a certeza do que se quer.

Em um ano 9 o clamor é do povo, das massas. Não é o clamor das minorias que até agora eram o foco de atenção das instituições.

Em um ano 9 existe uma subversão de valores, do que já foi e não faz mais sentido continuar, para algo novo que dê espaço para a maioria.

O 9 é o último número da ordem 1 a 9 e é quando se alcança o todo, sem divisões, sem preferências.

E é neste cenário e exatamente por causa dele que um empresário, ex apresentador de um reality show foi eleito para a presidência de um dos países mais importantes do mundo. Não foi um político, nem um partido, nem uma instituição. Foi eleito um homem que trouxe com seu jeito desafiador e suas ideias radicais a promessa de mudança. Como ele afirmou: “Devolverei os EUA ao lugar que merece.” “Eu sou a vossa voz

Seu ano pessoal  / REDUÇÃO TEOSÓFICA

1 + 2 + 3 = 6…4 + 5 + 6 = 15 ( 1 + 5 = 6 )…7 + 8 + 9 = 24 ( 2 + 4 = 6 ) e assim até a 7ª tríade…

O ano pessoal é obtido ao somar o dia e o mês de nascimento com o ano universal.

Exemplo: 11 de Julho de 1957 = 11 + 7  + 2 + 0 + 1 + 7 = 28 -> 2 + 8 = 10 = 1

Some os três e obterá o seu número de realização pessoal.

Todo ser humano possui:

  • Um corpo
  • Uma alma
  • Uma essência
  • Somos Uno em essência – MÔNADA
  • Três em manifestação –            PAI – FILHO – ESPIRITO SANTO
  • Somos sétuplos em evolução –  ESPÍRITO

DIA                  MÊS                ANO

CORPO           ALMA              ESPIRITO

  • O DIA – SEU CORPO – Realizações
  • O MÊS 12 – SUA ALMA é mistério da pirâmide – 12 possibilidades –– o princípio do conhecimento/aprendizado/sentir /pensamento
  • O ANO – representa o seu ESPÍRITO

Exemplo.: 30 10 2016

  • 3 Força energia material
  • + 1 representa a força de alma a harmonia entre a energia do meu coração e da minha cabeça
  • O número que regerá a sua energia neste ano de 2017
  • 4 + 2017 = 14 reduzindo = 5

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O SIGNIFICADO DO NÚMEROS:

1 (UM):

O que lidera, inicio, força, liderança, individualidade, independência. Principio ativo masculino e positivo. Como lado negativo, pode levar a prepotência, solidão, egocentrismo, orgulho e autoritarismo. Como características  positivas: Pioneirismo, iniciativa, liderança, audácia, autoconfiança, positivismo.

Missão a cumprir: Evitar ser egoísta e autoritário.

2 (DOIS):

O que colabora. Cooperação, dualidade, amabilidade. Principio passivo, feminino, negativo, completa o número 1.Moldável, adaptável, conciliador, pacificador, é o equilíbrio.  Características Negativas: Timidez, medo, indecisão, dualidade, dúvida, dependência.

Características Positivas: Modéstia, paciência, diplomacia, solidariedade, amabilidade, conciliador.

Missão a cumprir: Evitar a dependência excessiva, desenvolver o espírito cooperativo.

3 (TRÊS):

O que comunica. Expressão, comunicação, criação.

Representa o relacionamento com o mundo exterior. Após a individualidade, a união com o dois, surge a interação com sociedade. Extrovertido dono de grande magnetismo pessoal, promove o desenvolvimento de todos ao seu redor, alegria, entusiasmo, faz com que tudo pareça possível.  Constitui a expressão do sucesso, da sorte, da fertilidade e da beleza. Associado ao 6 favorece as criações artísticas. Ao 9 ganha força nas artes literárias.

Características Positivas: Otimismo, bom gosto, talento, comunicação, sociabilidade.

Características Negativas: Exibicionismo, superficialidade, espírito fofoqueiro, mentiras, conflitos, solidão.

Missão a Cumprir: Abrir-se para o mundo, ser criativo, procurar expressar-se.

4 (QUATRO):

O que realiza. Palavra chave: ação, estabilidade, firmeza, segurança e conservadorismo. O quatro é o símbolo da lei da ordem. Manifestação do lado racional, é representado pelo quadrado. Por um lado a dureza, que compensa com a estabilidade, segurança.Para construir é preciso valer-se de sua força e poder. Desenvolve o senso prático, a autodisciplina. A defesa das tradições, e um certo conformismo.

Características Positivas: praticidade, espírito construtor, lealdade, organização, franqueza, cautela, trabalho, resistência, amor a tradição.

Características Negativas: rigidez, conformismo, avareza, apego ao passado.

Missão a cumprir: Não se deixar oprimir pelo trabalho e pelas responsabilidades.

5 (CINCO):

O que é livre. Palavra chave: Liberdade, evolução, curiosidade, aventura.

O cinco representa a versatilidade somente alcançada por aqueles que não têm compromissos e sempre podem se lançar em direção a novas oportunidades. De espírito aventureiro, acumulam experiências e possuem conhecimentos sobre uma boa gama de assuntos, mas não se especializam em nada. Com um magnetismo pessoal, atraem pessoas do sexo oposto. Gostam de se por em movimento , adoram viagens. Provocam mudanças por onde passam e também aceitam com a mesma facilidade que as promovem.

Características Positivas: Entusiasmo espírito empreendedor e aventureiro, versatilidade, liberdade, sensualidade, viagem, mudança.

Características Negativas: Irresponsabilidade, inquietação, infidelidade, falta de objetivos, ímpeto que não leva a nada.

Missão a cumprir: não fazer uso inadequado de sua liberdade pessoal; aceitar mudanças.

6 (SEIS):

O que concilia. Harmonia, equilíbrio, verdade e justiça. O seis sintetiza as responsabilidades sociais e familiares. almeja casar, ter uma família. O seis emana vibrações artísticas e domésticas. Representa a busca de um lar, uma família e uma entrega a sua comunidade.

Características Positivas: espírito conciliador, generosidade, estabilidade, idealismo, preocupação com o lar, a comunidade, companheirismo.

Características Negativas: acomodação, espírito de mártir, complicações no casamento, cobranças excessivas.

Missão a cumprir: aprender a aceitar as coisas como são. Cuidar da relação sem ciúmes, buscar o equilíbrio antes da perfeição

7 (SETE):

O que pensa. Palavra chave: análise, investigação, lógica e misticismo, reflexão. O sete relaciona-se com a sabedoria, reflexão, busca de outras respostas além daquelas oferecidas, meditação, descanso, paz interior.

Características Positivas: sabedoria, tranquilidade, introspecção, intuição, poder de análise, meticulosidade, lógica e investigação

Características Negativas: desligamento, melancolia, solidão, perda do sentido da vida, falta de objetivos.

Missão a cumprir: refletir, buscando o saber dentro de si.

8 (OITO):

O que tem poder. Palavra chave: Poder, responsabilidade, riqueza material, reconhecimento. Depois de encontrar respostas, é hora de colocar em movimento. Busca o poder, o prestígio, o lado material da vida. Movido por uma ambição legítima, torna-se um guerreiro, lutador, um perseverante, baseado no senso ético, na justiça, busca a vitória pessoal através do enriquecimento.

Características Positivas: Poder, eficiência, prestígio, sucesso, riqueza, perspicácia, saber, compreensão, autoridade, justiça e verdade.

Características Negativas: ambição excessiva, sede pelo poder, materialismo desenfreado, intolerância, arrogância, desonestidade.

Missão a cumprir: Usar corretamente o dinheiro e o poder, pautado no senso de justiça. Não negligenciar o dinheiro e as coisas materiais.

9 (NOVE):

O que compreende. Palavra chave: Realização, universalidade, abnegação, compaixão. O nove representa a realização total do homem com todas as suas aspirações atendidas e seus desejos satisfeitos. Ele é capaz de dedicar-se ao amor universal, incondicional por tudo e por todos. Busca a perfeição.

Características Positivas: Amor universal, paciência, tolerância, fé, generosidade.

Características Negativas: Sacrifício, fracasso, solidão, fim, decepção, fanatismo.

Missão a cumprir: Ter em mente que a finalidade do ser humano é desenvolver o amor universal, a compreensão e a compaixão.

Vamos lembrar que o Gênio que abre o ano é o Gênio 69 Rochel, e  o atributo desse Gênio nos convida a uma reflexão.

69

69- Rochel

D´us que tudo vê

Resh Alef He

Este Gênio ajuda a encontrar os objetos desaparecidos e mostrar quem os escondeu ou roubou. Influencia na obtenção de renome, fortuna e sucesso na economia, política e justiça. Para encontrar o “Caminho” de volta para “Casa”.
Hierarquia Anjos
Arcanjo : Gabriel
Protege os dias: 27/05 – 08/08 – 20/10 – 01/01 – 15/03
Está presente na Terra: de 22:40 às 23:00
Salmo: 15
Quem nasce sob esta influência será dotado de força e energia, sempre atuando de forma benéfica com os mais próximos. Possui um magnífico gênio inventivo e tem uma forte missão que cumprirá com a família. Grande capacidade de participar do sofrimento das pessoas amadas, conquistando assim os grandes tesouros espirituais. Dotado de forte intuição, que se manifesta através de sua inteligência analítica, é totalmente desligado dos impulsos das tentações materiais. Terá facilidade de adaptação e grande vontade de aprender, jamais desistindo de seus objetivos. Nunca se sentirá amedrontado ao enfrentar novas provas; os anjos, se necessário, lhe indicarão um novo caminho. Deverá saber que cada vez que perde no plano físico, ganha no plano espiritual.

 

UM EXCELENTE 2017 PARA TODOS COM MUITO PHATAE!

Belisa do Arcanjo Miguel

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Akenathon e a Sabedoria Egípcia

 

 AKHENATON

Imagine um Faraó andando tranquilamente em bairros pobres. Imaginem os alto sacerdotes do Egito abrindo as portas do Templo e revelando os mais profundos mistérios e conhecimentos científicos, desde saúde corporal a psicológica. Imagine obras de saneamento básico, distribuição de renda, melhoramentos em todas as áreas para toda a população. Imagine o fim do politeísmo e o estabelecimento de um monoteísmo ao Deus do Sol. Pois isto e muito mais foi o que aconteceu no Egito por volta de 1364 antes de Cristo, por obra de um dos mais fantásticos Faraós: Akhenaton ou Amenófis IV.

Ele retirou das elites os conhecimentos psicológicos e terapêuticos e promoveu sua difusão pelas castas inferiores, condenadas a pobreza num sistema social rígido sem qualquer consideração pelo Ser Humano. E uma das coisas mais importantes foi a popularização da KABASH, o conjunto de conhecimentos psicológicos do Egito Antigo, que inclui uma particular técnica de meditação e que vai influenciar o surgimento da Qabalah judaica.

É extremamente parecida com a prática da Cabalah segundo a qual a concentração total ou repetição mântrica de determinadas letras do Alfabeto hebraico conduz ao desenvolvimento espiritual e libertação dos sofrimentos.

Os textos contendo a prática da Cabalah são os mais antigos textos sobre meditação encontrados. Diferente da Yoga, a Kabash leva apenas alguns minutos e requer uma intensa concentração mental, além de ter um objetivo específico.

 

OLHO DE HÓRUS

 Para os antigos egípcios, o desenvolvimento espiritual estava ligado diretamente ao Olho de Hórus. Hórus é a divindade egípcia que equivale ao Cristo no cristianismo. O Olho que Tudo Vê representa a Onipotência de Deus, a Sabedoria Divina, que deve orientar, guiar os passos na Senda da Iniciação, de toda a Obra Alquímica. São os Olhos do Espírito desperto da ilusão do mundo, liberto dos pensamentos mundanos e desejos. Está ligado à Glândula Pineal, a parte da cabeça humana responsável pela acumulação de “energia” positiva.

 

HÓRUS, O CRISTO DOS ANTIGOS EGÍPCIOS

 KABASH – A SABEDORIA DO ANTIGO EGITO

 Transforma a tua mente em um instrumento de força positiva para a vida

 O Kabash nasceu no Antigo Egito com o grande e sábio médico Ptah Otep (XII Dinastia) e alcançou seu máximo esplendor na XVIII Dinastia sob o reinado de Akenaton e Nefertiti.

 Esta Sabedoria regata grande parte do conhecimento dos grandes hierofantes sobre o ser humano em todos os planos, sua relação com os astros, o encontro com sua alma e seu destino.

 Ensina a cura por meio da aura, da integração com a natureza, como fonte de equilíbrio, e o desenvolvimento do espírito como um caminho de evolução para a alma.

 É um conhecimento amplo e profundo que pretende o aperfeiçoamento do ser humano ao longo de um processo de desenvolvimento pessoal.

A palavra Kabash se traduz como “receber a luz”, da raiz Kaba, que no antigo idioma egípcio significava “receber” e “Esh ou Ash” que significa “fogo, luz”.

 É a mãe da Kabalah, desenvolvida posteriormente pelo povo judeu, após a saída do Egito.

 O kabash é mística, não é religião. Eleva o espírito e melhora a comunicação com o criador através da criação.

 O homem religioso fala com Deus quando reza e com sua fé pede ajuda. O místico trata de sentir a mensagem divina do Criador e com sua fé se transforma em servidor.

 O Kabash é uma Sabedoria de Vida que nos permite o encontro conosco mesmo e o desenvolvimento de nossa força interior para podermos alcançar nossas metas.

 O Kabash nos ensina a viver em harmonia com o universo. Através de sua meditação (Dabraká) podemos desenvolver energias positivas e controlar as forças negativas que nos influenciam.

No Kabash podemos buscar orientação para quaisquer problemas que estejamos vivendo, seja no plano profissional, emocional, afetivo ou espiritual. Sempre encontraremos  uma luz, uma mensagem e uma meditação, que nos guiará para uma solução.

 A Sabedoria do Kabash chegou até nossos dias por Maestro Rolland, Manuel Berniger Litman, uruguaio, nascido em Montevideo, que vem difundindo essa grande Sabedoria por meio de Centros de Estudos e Práticas Místicas em diversas partes do mundo.

 No Brasil fundou o Centro Nefrú em São Paulo e agora, em Brasília o Centro Kabash Shu Ra.

 

tirado de http://www.terceiromilenionline.com.br/artigos/kabash-%E2%80%93-a-sabedoria-do-antigo-egito

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 Medite como os faraós

Milhares de anos nos separam dos antigos egípcios, mas, ainda assim, temos interesses em comum. Um bom exemplo é a busca daquele povo por mais equilíbrio e bem-estar. Sim, eles praticavam meditação e nós lhe mostramos como. Confira!
 
Texto • Thiago Perin

Controle das emoções, saúde em dia, equilíbrio interno, relaxamento total… Você acha que a busca por esses fatores é uma característica moderna, conseqüência dos tempos atribulados em que vivemos hoje? Pois se engana. Se voltássemos quatro mil anos no tempo e aterrisássemos no Egito Antigo, descobriríamos um povo tão preocupado com a qualidade de vida quanto somos atualmente, possuidor de uma imensa sabedoria holística que lhes garantia o equilíbrio e a capacidade de prosperar a níveis estratosféricos.

 A boa notícia é que esse poderoso conhecimento ainda hoje pode ser bastante eficiente para quem procura saúde e paz de espírito. O kabash, nome dado à sabedoria mantida pelos altos sacerdotes egípcios (que eram, além de grandes sábios, conselheiros dos faraós), reúne um profundo conhecimento sobre o homem e sua relação com o universo, em todos os planos. A partir disso, ensina como canalizar nossa força interior para atingir um estado de superação, incinerando a ansiedade, medos, inseguranças e todo tipo de bloqueio emocional que nos impede de viver com plenitude.

 Na prática, essa sabedoria é aplicada por meio do Dabraká, que consiste na mentalização de combinações de letras que não possuem significado semântico, e sim valor energético. Quando nos concentramos nelas, somos capazes de ordenar nossa aura, liberar o excesso de cargas negativas que acumulamos e também canalizar energias positivas do universo e da natureza. Além, é claro, de darmos um bom mergulho dentro de nós mesmos, potencializando o autoconhecimento.

 O apogeu desse conhecimento aconteceu há cerca de 3500 anos, durante o reinado do faraó Akhenaton (século 14 a.C.), que implantou no Egito o culto monoteísta ao deus do Sol. Para atrair o povo à nova forma de devoção – contrária ao sistema politeísta, que vigorava até então –, o rei abriu as portas dos templos, e parte do conhecimento dos sacerdotes se popularizou, incluindo noções de nutrição, higiene e, é claro, equilíbrio de energia.

 Ao longo dos séculos, no entanto, essa sabedoria, assim como boa parte da cultura egípcia, foi se perdendo, ficando restrita a alguns poucos grupos. Por isso, ainda hoje são raros os especialistas no assunto. O principal deles é o uruguaio Manuel Berniger Litman – mais conhecido como mestre Rolland –, autor de quatro livros sobre a meditação do Egito e fundador do Instituto Nefru, presente no Uruguai, na Argentina e no Brasil.

 Com o objetivo de preservar e propagar esse conhecimento, os discípulos de Rolland transmitem os fundamentos do Kabash e do Dabraká de forma praticamente exclusiva – no Brasil, são os únicos capacitados, o que mostra como a prática tornou-se restrita com o tempo.

 http://www.triada.com.br/bem-estar-e-saude/meditacao/aq169-182-531-1-medite-como-os-faraos.html

 

*** DA KABALA AO KABASH – MEDITAÇÃO ***

 

“KABASH”

DA KABALA AO KABASH

 

A MEDITAÇÃO DOS SÁBIOS EGÍPCIOS

 KABALAH – Luz e Conhecimento

Originária do Termo “Kibel” ou “Galgar”, Kabalah significa o Caminho para “receber” o conhecimento que impulsiona o Caminho Interior – do espírito, que leva o Homem a entender sua Herança Cósmica.

Para muitos pesquisadores, a palavra teria ligação com a palavra egípcia ” KABASH”, que vem de KA – espírito, e BA – alma; mostrando o que o Homem É na verdade. Sabe-se que a Kabalah Hebraica é herdeira de um conhecimento mais antigo – daí vem a expressão sobre ela: “Conhecimento e Estudo dos anjos”. Para pessoas como Steinberg, Lewyson, Rupprert e outros, ela tem raízes da Índia, Egito, Caldéia, sendo, com toda certeza, originária, em sua essência, da Atlântida.

 Do conhecimento médico e filosófico dos sacerdotes do antigo Egito, o Kabash, chegam práticas para você ganhar mais disposição e equilíbrio.

 Fortalecer a auto-estima, alcançar a paz interior, prevenir e tratar problemas de saúde. Essas questões tão atuais já preocupavam os sacerdotes médicos do antigo Egito há 3,8 mil anos. Eles dispunham na época de um vasto conhecimento sobre saúde e espiritualidade, que reuniram na filosofia do Kabash, por meio da qual não apenas procuravam explicar a existência do homem na Terra mas também promover o equilíbrio físico e emocional. Os Sacerdotes consideravam o homem de um ponto de vista holístico – associando corpo, mente e espírito – e faziam também sua relação com os astros e a natureza. Desde aquela época, por exemplo, entendiam que o segredo para manter a saúde e a juventude era manter os níveis hormonais por meio da meditação e da alimentação saudável.

O apogeu desse conhecimento aconteceu há 3 550 anos, no reinado do faraó Amenófis IV (1364-1347 a.C.), quando uma revolução social e religiosa implantou no Egito o monoteísmo – o culto a um deus único. “Para conquistar o povo à devoção de Aton, o rei abriu as portas dos templos, e parte do conhecimento dos sacerdotes se popularizou, incluindo noções de nutrição, higiene e equilíbrio de energia”.

Canalizar a força mental

 Os ensinamentos dos sacerdotes egípcios foram se perdendo ao longo dos séculos e permaneceram apenas em pequenos grupos. Um dos principais responsáveis por seu resgate é o uruguaio Manuel Berniger Litman (mais conhecido como mestre Rolland), que estuda o assunto há três décadas. Hoje, essa filosofia é ensinada em três institutos: além do localizado em São Paulo, há um em Montevidéu, no Uruguai, e outro em Buenos Aires, na Argentina. Entre as práticas dessa sabedoria, a mais importante era uma meditação chamada dabraká. “São combinações de letras nas quais a pessoa se concentra para canalizar a força mental e espiritual a fim de gerar vitalidade para as necessidades do dia-a-dia”.

Essa meditação demora apenas alguns minutos e obedece aos ciclos da natureza. As técnicas voltadas à saúde física são feitas pela manhã, porque aproveitam a energia vital do Sol, enquanto as focadas no equilíbrio emocional funcionam melhor à noite, quando a Lua exerce influência sobre as emoções.

 “Bastam cinco minutos diários dessa meditação para levar a um profundo contato interior, capaz de trazer benefícios para todas as áreas da vida”.

 Kabash – Definição

A tradução da palavra KABASH é “A ciência das estrelas”. No antigo Egito o KABASH era utilizada pelos sarcedotes chamados Hierofantes, os grandes magos da época. É a grande sabedoria mística do Antigo Egito.

 Dentro do estudo da KABASH aprende-se que devemos curar o corpo através do espírito, lutando-se contra aquilo que nos faz adoecer, como nossos medos e inseguranças.

 O KABASH compreende o conhecimento a respeito do ser humano e sua relação com os astros e a natureza. Um saber profundo sobre a integração energética do homem com o universo.

As meditações do kabash, chamadas de drabaká, apaziguam a mente e aliviam a ansiedade. Os especialistas recomendam a prática diária em um lugar tranqüilo.

Dabraká

 Conhecida como a “Prática da Kabash”, DABRAKÁ (o mesmo que um Mantra) quer dizer a Linguagem da Alma. O diálogo entre a nossa mente com o nosso espírito. Meditando e praticando os DABRAKÁS, possibilitaremos alcançar um estado de profunda interiorização e acabamos por nos conhecer melhor.

 A prática do Dabraká estimula a glândula pineal localizada no cérebro, nosso grande centro organizador e principal responsável pelo contato com o “plano espiritual”. Seu desenvolvimento é fundamental, já que é o centro do equilíbrio do campo bioenergético humano.

A meditação, segundo a tradição d Ajudao Kabash, não é uma simples concentração mental, meditar com o Dabraká é uma prática mística de grande profundidade, através da qual nos conectamos com a essência transcendente do ser: a alma. Mestre Rolland ensina que para alcançar nossas metas devemos meditar com emoção, com fé e com uma grande integração. Não vamos compreender o Dabraká através da razão, mas vamos sentir seus efeitos.

 Desenvolvendo dia-a-dia o nosso plano espiritual e praticando essa união entre mente e espírito para que se transforme em um importante instrumento a favor da vida, estaremos mais positivos, equilibrados e usufruindo de mais energia vital. Dentro de cada um de nós há uma força maravilhosa que espera ser descoberta e desenvolvida.

 Antes de usar um Dabraká é preciso ter em mente que o mesmo não poderá ser usado levianamente, sob o risco de acabar atraindo energias densas. Também aconselha-se a lavar as mãos antes dos exercícios. Deve ser praticado uma vez por dia, de preferência ao deitar-se e por um período máximo de 10 minutos. O dabraká pode ser repetido mentalmente no chacra frontal ou mesmo falado. Lembrar que, como todo Dabraká, o mesmo não deverá ser praticado levianamente.

  *Alguns Dabraká para praticar*

 – Ja Ha Nut Ané

Este dabraká deve ser utilizado para conseguir o autocontrole, principalmente quando se está ficando irritado com facilidade.

A pronúncia correta é “JA RÁ NUTI ANÊ”.

A postura indicada na prática desse Dabraká é de joelhos. Pode-se acender uma vela, ou podendo apenas imaginar uma luz na sua frente e próxima a você.

 

– Tzair Abú

Este dabraká deve ser utilizado para limpar o corpo de energias densas, dar clareza a tua mente e equilibrar as emoções.

A pronúncia correta é “TIZAIR ABÚ”.

Depois que tomar banho e antes de sair do chuveiro, enquanto concentra o Tzair Abú, permanecer alguns minutos deixando cair água sobre tua cabeça. Depois inclina um pouco o corpo e deixa a água cair sobre tuas costas, na região próxima aos rins.

 – Shu Maat

Este dabraká deve ser utilizado para harmonizar o indivíduo.

A pronúncia correta é “SHU MA ATI”.

A postura indicada na prática desse Dabraká é sentado. Não é necessário acender uma vela, podendo apenas imaginar uma luz na sua frente e próxima a você.

– Zi Emej

Este dabraká é indicado para quem estar com dor na coluna ou de cabeça.

A pronúncia correta é “ZI EMEJE”.

Este Dabraká deve ser utilizado para transmitirmos energia e auxiliarmos na cura do próximo. Caso o problema seja na coluna, coloque a mão direita na dor e a esquerda levantada. Mentalizar na mão direita o ZI e na mão esquerda o EMEJ.

– Shir Rei

Este dabraká é indicado para dar ânimo a alguém.

A pronúncia correta é “SHIR REI”.

A postura indicada é de pé, vibrando o SHIR na mão direita e o REI na esquerda. Também é indicado para “descarregar” um médium depois de uma comunicação “pesada”.

– Sha Bar Atzi

Este dabraká é indicado para dar paz nos sonhos, melhorando a qualidade dos mesmos e combatendo a insônia.

A pronúncia correta é “SHAR BAR ATIZÍ”.

Quando teus filhos dormirem, entra no quarto e aponta teus dedos indicador e maior da mão direita em sua testa. Concentra no Sha Bar Atzi e pense: “Siga sonhando filho. Que teus sonhos sejam harmoniosos e te levem a um futuro de felicidade”. Também pode ser aplicado a qualquer pessoa que se tenha algum sentimento.

– Mishalá

Indicada para situações difíceis e frustrações. Deve ser feita antes de dormir, para que o estímulo de paz continue ativo durante o sono e no nível inconsciente — na qual costumamos cristalizar os sentimentos mal resolvidos.

Sente-se no chão e, se preferir, acenda uma vela (símbolo da espiritualidade). Mentalize a palavra mishalá (que quer dizer “elaborar as situações destrutivas”) por três minutos, repetindo sucessivamente: mishalá, esquecimento; Mishalá, paz; mishalá, bálsamo para minhas feridas.

 – Mu shet

Esse dabraká é útil para combater o estresse.

Pode ser feito três vezes ao dia: ao acordar, antes do almoço (o estresse chega a prejudicar a assimilação dos nutrientes) e à noite, antes de dormir. Em pé, virado para o leste – a direção onde o Sol nasce –, feche os olhos, cruze os braços na altura do peito (com o braço esquerdo sobre o direito) e mentalize as palavras mu shet (que quer dizer aliviar tensões) durante três minutos.

 http://khatyaozzetti.blogspot.com.br/2008/04/da-kabala-ao-kabash-meditao.html

TERAPIAS DO ANTIGO EGITO

 Durante muito tempo, estive no Egito buscando respostas a tantas perguntas que surgiram em uma época da minha vida. Estudei, investiguei e tratei de decifrar os escritos antigos, não apenas o significado literal dos textos mas o seu sentido real, em toda sua profundidade. Me apaixonei por essa cultura, por essa civilização tão rica em sabedoria, em fé, em mística…
Minha maior felicidade foi quando encontrei nesses escritos certas palavras que não tinham um significado e, portanto, não podiam ser traduzidas. Mas aí, encontrava-se a grande essência de uma sabedoria tão antiga. Essas combinações de hieróglifos pertencentes à escritura hierática (sagrada e secreta), são a base do Kabash, um saber profundo a respeito da integração energética do Homem ao Cosmo. Um conhecimento imenso do ser humano e do Universo ao qual pertence.
Porém, o que realmente me levou a transformar todo esse saber em uma missão de vida, foi sentir o poder e a grandeza do ser humano ao entrar em contato com os elevados sacerdotes que praticavam o Kabash, a base de suas terapias empregadas em suas curas maravilhosas.
Ainda nos dias de hoje, poderiam ser qualificados como “magos” pelo que conseguiam fazer com sua força, sua sensibilidade e sua sabedoria. Mas essa magia também nascia de seu coração, de seus sentimentos, do amor e do verdadeiro respeito que sentiam pela humanidade e por toda a Criação.
Tornei-me um grande admirador daqueles sábios do passado. Busquei aprender cada vez mais sobre suas terapias baseadas na aplicação dessas “palavras sagradas”. Sem dúvida, sua mística e total entrega ao sacerdócio, ao sentimento de servir, eram princípios fundamentais de seu poder de ajuda.
Não havia férias, eles nunca “descansavam” de seus pacientes. Suas vidas eram definidas pela vocação e pela missão de cada um. Nunca abandonavam, sequer por um dia, a função de servir. A moral com que aplicavam seus conhecimentos era extremamente rígidas, desde uma perspectiva atual.
A fé daqueles que procuravam a ajuda dos templos era mais um fator importante para o êxito das terapias. As pessoas colocavam-se nas mãos desses sacerdotes médicos, sabendo que seriam cuidadas por mãos puras e por corações elevados que praticavam uma magia que, seguramente, era entendida como uma dádiva dos deuses que os apoiavam.
Muitas terapias atuais encontram suas raízes em práticas antigas. Por exemplo, já existia no Antigo Egito a orientação para que a pessoa pusesse uma cadeira vazia e imaginasse, sentado nela, alguém com que quisesse falar algo importante mas, por várias razões, não conseguisse. Indicada para casos onde havia dificuldade na comunicação, quando existiam bloqueios ou quando era necessário esclarecer uma situação de injustiça, mas faltava coragem para falar diretamente. Muitas vezes, é difícil falar com nosso pai, esposa ou marido e explicarmos como nos sentimos, queremos expressar nosso sofrimento, nosso desgosto, fazer reivindicações mas no momento em que estamos diante da pessoa, nos inibimos e ficamos mudos.
Antigamente, o sacerdote ensinava fazer essa prática unida a um Dabraká. Assim, não seria apenas uma forma de desabafar mas também, possivelmente, uma forma de estabelecer uma comunicação em um nível mais espiritual: entrar em contato com a aura da pessoa e, assim, fazê-la compreender intuitivamente, o que gostaríamos de transmitir. Esse tipo de terapia também era feito em grupo. Com o sacerdote presente, todos sentavam-se no chão e um obelisco talhado em pedra negra era colocado no centro. Esse obelisco representava para cada um dos participantes a pessoa com quem queriam comunicar-se, seja para pedir-lhe perdão ou para dizer-lhe quanto sofrimento ela havia causado.
Outra forma de ajuda que empregavam para problemas emocionais, afetivos ou espirituais era o que poderíamos chamar de “Terapia do Silêncio”. A pessoa sentava-se frente ao sacerdote e permanecia calada durante um tempo, enquanto esse “médico da Alma” a olhava fixamente nos olhos com um Dabraká em sua mente, transmitindo-lhe uma maravilhosa energia para ajudá-la a encontrar-se consigo mesma, para encontrar a causa e a verdade da situação que estava vivendo. Também, ao longo de algumas sessões, encontrava as respostas que necessitava e uma luz que iluminava o seu caminho em direção à superação de seus problemas. Muitas vezes, depois desse momento de silêncio, a pessoa dizia ao sacerdote que havia compreendido o que lhe estava passando e que sentia claramente que decisão tomar.
A resposta não era dada pelo sacerdote, mas vinha de uma mensagem transcendente, talvez de um ser espiritual que o acompanhava em suas ajudas.
A capacidade desses sábios para compreender a psique humana e para tocar tão profundamente a alma sempre me espantou, assim como seu conhecimento sobre energia. Desenvolviam sua sensibilidade, através da aura do ser humano, podiam ver e interpretar possíveis problemas. Na aura, detectavam sinais de alerta que indicavam o eminente despertar de um doença que ainda não havia demonstrado nenhum de seus sintomas. Assim, mediante um diagnóstico que, hoje em dia, chamaríamos de precoce, utilizavam suas terapias para solucionar a carência energética que estava gerando problema.
A aplicação dos chamados “Discos Solares” foi uma das terapias da época e seu auge deu-se no reinado do Faraó Akenatón (Disnatia XIII), durante a revolução monoteista.
Nesse momento particular da história, tratou-se de impor a crença em um Deus único, representado pela figura do disco solar. As gravuras da época, mostram um sol com raios que terminam em forma de mãos, simbolizando a essência da força de vida que o astro oferecia a cada ser sobre a face da Terra. Esses raios também eram símbolo das diversas energias relacionadas ao sol e presentes na aura humana.
Assim, quando uma pessoa apresentava sintomas de uma doença, diziam que “- A força de um dos raios de Rá, não está chegando”. Então, era necessário dar à pessoa essa energia que lhe faltava, o que os sacerdotes faziam com os Discos Solares, pequenos discos de metal aplicados em diferentes centros energéticos, representados nos mapas da aura nos quais baseavam suas terapias.
Como estas, conheci muitas outras formas de ajudar, todas nascidas da chamada “Sabedoria das Estrelas”, pois, segundo a crença da época, havia sido ensinada por “deuses vindos de outros mundos”. A teoria que considera a presença de extraterrestres que foram recebidos como deuses no Antigo Egito é aceita por muitos atualmente. A hipótese da origem extraterrestre das Pirâmides ganha cada vez mais força no meio da investigação científica.
No entanto, o mais importante é não perder de vista que aquelas “palavras sagradas” eram a base de todas essas antigas terapias, assim como do desenvolvimento místico e do crescimento espiritual. Essas “chaves energéticas” conhecidas como Dabraká, que dão ao ser humano a possibilidade de superar-se e de obter a ajuda que necessita. Os Dabraká, a essência de suas combinações, são a alma do Kabash. O mais incrível, é que são uma forma de ajuda que, depois de milhares de anos, continua mantendo eficiência. Além disso, muitos dos conhecimentos que integram o Kabash ainda não foram descobertos pela ciência. Por isso, mesmo tendo suas origens em um passado longínquo, é uma sabedoria tanto para o presente como para o futuro.
Eu sei que o Dabraká é uma prática de futuro e, através da concentração em suas combinações de letras, as palavras sagradas do Antigo Egito, o ser humano pode desenvolver plenamente suas capacidades, sanar suas carências energéticas e alcançar uma vida com mais saúde e harmonia. Uma vida em que possa sentir-se mais feliz e realizado. O Dabraká é um alimento para o espírito, para elevar-se e crescer…
Maestro Rolland – Revista Meditação – Março/2003

O Kabash é a grande sabedoria mística dos Sacerdotes Hierofantes do Antigo Egito.
O momento de fundamental importância na organização dessa sabedoria milenar foi a fundação da Escola de Medicina de Ptah Otep ( Dinastia XII ), há aproximadamente 3800 anos.
A medicina era praticada por sacerdotes e era concebida como a Arte de Curar, buscava também a prevenção das doenças e melhorar a vida do ser humano como um todo; Ptah Otep já dizia: “é preciso curar a Alma para curar o corpo”, dando uma grande importância ao plano psicológico como essência das enfermidades humanas.
O apogeu destes ensinamentos ocorreu durante a Dinastia XVIII , cerca de 3550 anos atrás, quando os Templos, as grandes Casas da Vida – que podem ser entendidas como as universidades da época – abriam suas portas para ajudar e ensinar à população a viver melhor, aprendendo a utilizar a imensa força da Mente unida ao Espírito, através da prática da meditação, chamada Dabraká, segundo essa tradição.

Entendia-se que assim como o Poder da Mente, às vezes, leva à destruição, à doença, também pode provocar o efeito contrário, levando o indivíduo a construir uma vida harmoniosa em todos os planos; sendo o Dabraká (combinações de letras especiais nas quais nos concentramos mentalmente) o instrumento dessa transformação, que unido à mística, ao chamado do nosso coração, do nosso desejo, da nossa Fé, desperta em nossa aura toda essa Força Interior, canalizada para concretizar os objetivos.

No silêncio da sala, com a luz de uma vela, a magia se faz. As palavras repetidas formam um cântico de paz, de harmonia. É um canto das Alma, vindo das profundezas do ser, trazendo consigo uma energia não se sabe muito bem de onde. E, no momento da mais íntima concentração, o encontro se dá.
Essência e Ser voltam a se tornar unos, indissolúveis. Assim é o Dabraká: uma mística que proporciona um mergulho em si mesmo, o pulsar de uma força desconhecida e a sensação de estar conectado com o mundo e com os semelhantes. Uma experiência que não pode ser contada, difícil de ser explicada. Ela se vive, e é tudo. Originária do Antigo Egito, essa prática vem sendo difundida pelo estudioso Rolland. Dentro dessa tradição milenar dos Sacerdotes do Antigo Egito, a pessoa concentrava-se mentalmente, sem emitir som, durante 3 a 5 minutos, em combinações de letras, denominadas Dabrakás, criando e canalizando energia que é direcionada para finalidades específicas: seja o alívio da tensão física o emocional, a melhora da auto-estima, o sucesso profissional ou a harmonia na convivência familiar.
“A sabedoria das estrelas”. Assim era conhecido o Kabash que, segundo os egípcios, provinha desses mundos distantes e muito mais avançados de seus deuses. E esse conjunto de ensinamentos abarcava o conhecimento sobre o homem em todos os aspectos, principalmente o encontro com sua alma. Pregava uma forma de vida em harmonia com a natureza, conseguida através de práticas energéticas e místicas, os Dabrakás. Essa harmonia criava as condições ideais para que os planos se realizassem.
Existe uma lenda egípcia muito antiga, segundo a qual uma pirâmide totalmente iluminada, brilhando como um pequeno sol, certo dia desceu do céu. Dela saíram dez seres, em forma de “homens-escaravelhos” que ensinaram ao povo do Egito dez ciências diferentes, dez sabedorias e dez princípios morais. Eram seres que não tinham defeitos e pertenciam a um planeta muito mais avançado do que a Terra, tanto em conhecimento científico como em espiritualidade. Quando se foram , os egípcios passaram a considerar o escaravelho como um símbolo sagrado e começaram a construir pirâmides em honra desses “deuses visitantes”.
Para se entender as origens do Kabash e dos Dabrakás ou mesmo o significado desses ensinamentos, é preciso entrar em contato com histórias como essa, quando as civilizações apenas engatinhavam e os egípcios apareciam como os grandes detentores da sabedoria, um dos poucos povos capazes de explicar o mundo e as pessoas. Um tempo em que a prática da alta mística era cotidiana e influenciadora de todas as áreas do conhecimento, fosse psicologia, engenharia ou medicina.

E é justamente essa preocupação com a essência humana, – que – passados mais de três mil anos – tornam o Kabash atual. Porque se o homem moderno não tem mais tempo para parar, se não pode mais dormir olhando as estrelas ou banhar-se no rio, ele também não pode parar de sonhar. Porque, ainda hoje, quem tem sonhos vive. Porque os sonhos ainda são motivações da vida e são importantes como a comida que se come ou a água que se bebe. E porque, às vezes sozinho é difícil Ter forças suficientes para concretizá-los.

A Sabedoria e a Alta Mística dos Sacerdotes do Antigo Egito está ao seu alcance: O Instituto Nefru dedica-se, através de palestras e publicações, á divulgação e prática dos conhecimentos transmitidos por Rolland: O Kabash e sua prática mística, o Dabraká.

 

 http://viajorastral.tripod.com/txts/kabash-dabrakas.htm

 

COMUNICADO URGENTE – SEMANA

 

 

COMUNICADO-IMPORTANTE-1

Boa tarde queridos.

Devido a véspera de feriado e todos os acontecimentos referentes a Olimpíadas, não teremos CHAVES DE ENOCH hoje 20h.


SEGUE NOSSA PROGRAMAÇÃO DA SEMANA

4/8 QUINTA-FEIRA – CHAMA VIOLETA E SESSÃO PUBLICA DE CURA NORMAL

6/8 SABADO MANHÃ – MISSA E EXORCISMO NORMAL

6/8 SABADO TARDE – NÃO TEREMOS CHAMA VIOLETA NEM SESSÃO PUBLICA DE CURA

DUVIDAS LIGAR NO (21) 2221-2467

NAMASTE

 

SANTA SARAH: A FILHA DE JESUS CRISTO E MARIA MADALENA

SANTA SARAH KALI 2

Publicado por Giordano Cimadon

Contam as antigas lendas francesas relacionadas à descendência de Jesus Cristo e Maria Madalena que durante a perseguição aos cristãos primitivos ocorrida nos anos seguintes à crucificação, alguns dos discípulos do Grande Kabir e pessoas próximas ao Divino Casal fugiram da Judeia em um barco e chegaram à costa sul da Gália, atual França.

Na embarcação usada para a fuga pelo mar Mediterrâneo estavam os irmãos Lázaro, Maria Madalena e Marta, juntamente com a mãe dos apóstolos João e Tiago, chamada Maria Salomé, acompanhados ainda por Maria de Cleofas, a tia de Jesus, e Maximin d’Aix, um dos setenta e dois discípulos de Jesus Cristo e famoso evangelizador da região de Aix-en-Provence.

Além de todos eles, participava desta jornada uma jovem de pele morena, supostamente vinda do Alto Egito para servir à tia de Jesus como aia. Seu nome era Sara, quem atualmente vem sendo identificada na literatura sobre a descendência familiar de Jesus Cristo como sendo sua filha com Maria Madalena.

Esta tradição ressurgiu com força na década de 1980, graças à obra O Santo Graal e a Linhagem Sagrada, dos escritores Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln. Nos últimos anos, as teorias sobre os frutos da união matrimonial celebrada entre Jesus e sua principal discípula vêm ganhando cada vez mais força no imaginário popular graças à publicação de novos romances históricos baseados nas ideias que acabaram sendo popularizadas pelo escritor Dan Brown.

Alguns autores mais recentes que aproveitam o sucesso do bestseller O Código Da Vinci e a ideia que identifica o Santo Graal com o Sangue Real dos herdeiros do Salvador e sua esposa redimida sugerem que Santa Sara, a menina egípcia que acompanhou os familiares e discípulos de Jesus Cristo na embarcação rumo às terras francesas, era na verdade a filha do divino casal da Galileia.

Este é o caso do livro The Woman with the Alabaster Jar: Mary Magdalen and the Holy Grail (A Mulher com o Vaso de Alabastro: Maria Madalena e o Santo Graal), escrito por Margaret Starbird e publicado em 1993, contendo a ideia de que Santa Sarah é a filha de Jesus e Madalena, e que este fato seria a autêntica fonte da lenda associada com a mística de Saintes-Maries-de-la-Mer.

Como já mencionamos acima, a tradição local afirma que a cidade de Saintes-Maries-de-la-Mer foi o porto onde os familiares e discípulos de Jesus desembarcaram de sua fuga pelo Mediterrâneo. No barco estavam as chamadas Três Marias, Maria Madalena, Maria Salomé e Maria de Cleofas, as três mulheres que primeiro testemunharam a tumba vazia de Jesus, e cujas relíquias são o foco de devoção de peregrinos.

Assim que Jesus foi crucificado, as Três Marias e sua comitiva teriam partido da cidade egípcia de Alexandria acompanhadas de seu tio, José de Arimateia. As lendas francesas sustentam que a embarcação chegou ao território que hoje corresponde ao sul da França, onde havia uma fortaleza chamada Oppidum-Ra. O local passou logo a ser conhecido como Notre-Dame-de-Ratis, pois Ra se tornou Ratis (que em latim significa algo como “navegar”), para mais tarde tornar-se Notre-Dame-de-la-Mer, e no século XIX, Saintes-Maries-de-la-Mer.

Margaret Starbird afirma que o nome Sara significa “princesa” em hebraico, um forte indicativo de que ela seria a descendente esquecida do “sang réal”, o sangue real do Rei dos Judeus. O esquecimento de Sara teria sido consequência da supressão que o Catolicismo Romano realizou sobre a veneração e a devoção ao Sagrado Feminino, resultando num desequilíbrio espiritual da doutrina cristã.

Para a autora, o Cristianismo Primitivo incluía a celebração do chamado Hierosgamos, que significa “casamento sagrado”, a união sexual divina e divinizante, o mesmo Sacramento da Câmara Nupcial dos antigos gnósticos, e o Grande Arcano dos gnósticos contemporâneos, tal como foi ensinado por Samael Aun Weor em sua extensa obra.

Esta celebração oferecia um modelo arquetípico do noivo (Jesus Cristo) e da noiva (Maria Madalena), ensinando a metafísica da união do Espírito Puro (Real Ser Interior) com a Alma Arrependida (que vai sendo liberta dos Eus Psicológicos), e a ciência da união sexual entre homem e mulher.

Este último corresponde à mescla inteligente do erótico com o sagrado, um ato religioso capaz de converter seus adeptos em deuses, ou seja, de levá-los à união com a Divindade para conhecer seus Mistérios.

Este modelo de unidade conciliadora da dualidade acabou sendo perdido logo nos primeiros séculos do Cristianismo, uma verdadeira tragédia espiritual que acabou excluindo as lideranças femininas, o que era muito comum no tempo dos primeiros discípulos de Jesus.

A autora insiste que tal parceria sagrada é universal e apenas reflete aquela existente em outras regiões do planeta, em contextos religiosos muito anteriores ao daquele em que se formou a religião do Cristo.

Nos dias atuais, para o bem da retomada do equilíbrio de gêneros na religiosidade cristã e a revisão da importância da sexualidade para uma espiritualidade conciliadora do humano com o divino, Santa Sara converteu-se em um instrumento de oposição aos velhos padrões autoritários e de rigidez hierárquica, onde o masculino impera à força e às cegas sobre o feminino por puro medo de perder seu poder e de ser tragado pela sensualidade que secretamente deseja.

E para o esoterismo gnóstico, Santa Sarah representa o fruto maravilhoso deste casamento divino que acontece no interior de cada discípulo que celebra o Hierosgamos, que recebe o Sacramento da Câmara Nupcial, e que opera com o Grande Arcano ensinado pelo Gnosticismo nos dias atuais. Este fruto é a alma cristificada, livre de toda amarra psicológica, das ilusões e dos apegos, pronta para experimentar a GNOSIS e com ela a VERDADE.

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